Zahara — Camino a L.A. letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Camino a L.A." de Zahara.
Letra
Hace tanto que perdí la calma
Que encontré la rabia esperando
No tenia ninguna prisa, sería una orgía en el barro
Bájame el pantalón, saca el hambre atroz
Escúpeme en la pena
Me enseñaste una vez que el dolor es mejor si genera dolor
Tú, que no tienes la culpa de ser como tú
Que no rompiste un plato, querías jugar
Quisiera reventarte bajo mis pies
Quisiera volarte la tapa de los sesos
Bañarme con tu sangre, beberme tus excesos
No dejaré que nadie te salve del infierno
Pedirán perdón los que crean que merecen absolución
Pedirán perdón los que crean que merecen absolución
Pedirán perdón los que crean que merecen absolución
Pedirán perdón los que crean que merecen absolución
Tus noches únicas van de la mano de mis noches turbias
No hay dignidad en tu forma de mirarme
Quisiera poder ponerte encima de la mesa
Quitarte el uniforme, abrirte bien las piernas
Las cartas boca arriba, mis manos en tu lengua
Pedirán perdón los que crean que merecen absolución
Pedirán perdón los que crean que merecen absolución
Pedirán perdón los que crean que merecen absolución
Pedirás perdón pero nunca tendrás mi absolución
Tradução da letra
Perdi a calma há tanto tempo
Que encontrei a raiva à espera
Não tinha pressa, seria uma orgia na lama
Baixa-me as calças, tira a fome atroz
Cospe me na dor
Ensinaste me uma vez que a dor é melhor se gerar dor
Tu, que não tens culpa de seres como tu
Que você não quebrou um prato, você queria jogar
Gostava de te rebentar debaixo dos meus pés
Queria rebentar te a tampa dos miolos
Tomar banho com o teu sangue, beber os teus excessos
Não vou deixar que ninguém te salve do inferno
Pedirão perdão aqueles que acreditarem que merecem absolvição
Pedirão perdão aqueles que acreditarem que merecem absolvição
Pedirão perdão aqueles que acreditarem que merecem absolvição
Pedirão perdão aqueles que acreditarem que merecem absolvição
As tuas noites únicas andam de mãos dadas com as minhas noites turvas
Não há dignidade na tua forma de olhar para mim
Quem me dera poder pôr te em cima da mesa
Tirar o uniforme, abrir bem as pernas
As cartas viradas para cima, as minhas mãos na tua língua
Pedirão perdão aqueles que acreditarem que merecem absolvição
Pedirão perdão aqueles que acreditarem que merecem absolvição
Pedirão perdão aqueles que acreditarem que merecem absolvição
Pedirás perdão mas nunca terás a minha absolvição