Yves Jamait — Je t'oublie letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Je t'oublie" de Yves Jamait.

Letra

Comme tu vois j'ai repris
Mon rythme quotidien
Je me lève le matin
Les yeux un peu bouffis
J'avale un café froid
Ils disent qu'on est lundi
à la radio et moi
Je t'oublie.

Le mardi dans la rue
Pour aller au boulot
Dans la gueule du métro
Où tout le monde se rue
Dans la sueur de l'instant
Et même une fois sorti
Dehors ou bien dedans
Je t'oublie

Quand le soleil enflamme
Les jupes de lumière
Qu'un mercredi éclaire
Le sourire d'une femme
Ou quand sur mon visage
Malgré le parapluie
Coule un reste d'orage
Je t'oublie

Quand je lis sur un banc
Un livre le jeudi
Que je frise l'ennui
En effeuillant du vent
Que souffle son haleine
D'automne sur ma vie
Là au bord de la Seine
Je t'oublie

Quand le bonheur me pèse
Quand je croise un chat noir
Que je joue mes espoirs
Dans un vendredi treize
Et même les jours de chance
Plus discrets ces temps-ci
Malgré leur insolence
Je t'oublie

Quand errant je vacille
Dans la faiblesse obscure
Que le vin des blessures
Vient noyer mes pupilles
Que je soigne ma fièvre
De l'autre le samedi
En y posant mes lèvres
Je t'oublie

Quand une nuit trop courte
Vient me boiser la gueule
Qu'au matin je suis seul
Las et rongé de doutes
Et que roule des hanches
La mélancolie
Tu vois même le dimanche
Je t'oublie

Je t'oublie tout les jours
Toutes les nuits aussi
Et je ne dors plus pour
Être sur que j't'oublie
Comme tu vois j'ai repris
Mon rythme quotidien
Comme tu vois tout va bien
Je t'oublie

Tradução da letra

Como vês, retomei o meu ritmo diário, levantei-me de manhã, os olhos um pouco inchados, engoli um café frio, dizem que é Segunda-feira na rádio e esqueço-me de ti.

Na terça-feira na rua para ir trabalhar na boca do metro, onde todo mundo anda com o suor do momento e até mesmo uma vez fora ou dentro eu me esquecer de quando o sol incendeia as saias de luz que uma quarta-feira, ilumina o sorriso de uma mulher, ou quando no meu rosto, apesar de o guarda-chuva de fluxos de um remanescente de tempestade eu me esquecer de quando eu li em um banco de um livro na quinta-feira que eu Frize o tédio emendar o vento que sopra o fôlego de outono em minha vida lá na beira do Sena eu esquecer-se de você quando a felicidade pesa-me quando eu cruzar com um gato preto eu tocar as minhas esperanças em uma sexta-feira treze e até os dias de sorte mais discreto estes vezes, apesar de sua insolência eu me esquecer de você quando errante eu vacilar no escuro fraqueza que o vinho de feridas vem se afogar os meus alunos que eu curar minha febre no outro sábado, colocando meus lábios eu me esquecer de quando uma noite muito curta vem conquistar-me a boca, de manhã, eu estou sozinho, cansado e mordiam com dúvidas e que rolo dos quadris, a melancolia você ver ainda no domingo, eu me esquecer de você eu me esquecer de você, a cada dia, a cada noite, e que eu não durmo para ter certeza de que eu me esquecer de você como você pode ver assumi meu ritmo diário, como você vê está tudo bem eu me esquecer de você