Yves Duteil — John letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "John" de Yves Duteil.

Letra

John était amoureux, ça se voyait un peu.
Il avait un air si bizarre et veillait si tard.
Il buvait tant de vin que souvent, le matin
On pouvait l’entendre de l'étang jusqu’au moulin.
La fille aux longues mains ne disait jamais rien
Et le pauvre John pensait bien
Qu'à veiller dehors jusqu’au lever du jour
Il en crèverait ou bien de froid ou bien d’amour.
John avait un béguin, ça se voyait un brin.
Quand il tapait sur sa poitrine en buvant du gin
Il avait l’oeil hagard, buvait toujours à part
Poussait des hurlements qui faisaient fuir le vent.
Mais la fille aux longues mains ne disait jamais rien
Et le pauvre John pensait bien
Qu'à veiller dehors jusqu’au lever du jour
Il en crèverait ou bien de froid ou bien d’amour.
John était amoureux, il en a fait l’aveu.
Depuis, de la rivière au port, on en rit encore.
Le soir, au coin du feu, on écoute les vieux
Raconter l’histoire de John l’amoureux.
Il aimait la statue d’une belle inconnue
Morte cent ans auparavant dans un ouragan.
Il allait tous les jours lui dire son amour
Et noyait sa peine dans un verre à son retour.
La fille aux longues mains ne dirait jamais rien
Et le pauvre John savait bien
Que dans la statue était son coeur et qu’un jour
Il en crèverait ou bien de froid ou bien d’amour
Que dans la statue était son coeur et qu’un jour
Il en crèverait ou bien de froid ou bien d’amour
Il en crèverait ou bien de froid ou bien d’amour.
(function ();
document.write ('

Tradução da letra

O John estava apaixonado, dava para ver um pouco.
Ele parecia tão estranho e viu até tão tarde.
Ele bebia tanto vinho que muitas vezes, de manhã
Ouvia-se do lago até ao moinho.
A rapariga com as mãos longas nunca disse nada.
E o pobre John pensou bem
Do que ter cuidado até ao amanhecer
Ele morreria de frio ou de amor.
O John tinha uma paixoneta, nota-se.
Quando ele batia no peito a beber gin
Ele tinha um olho desgastado, sempre bebia tudo.
Guinchar que fez o vento fugir.
Mas a rapariga com as mãos longas nunca disse nada.
E o pobre John pensou bem
Do que ter cuidado até ao amanhecer
Ele morreria de frio ou de amor.
O John estava apaixonado, confessou.
Desde então, do rio ao porto, ainda nos rimos.
Ao anoitecer, ao pé do fogo, escutamos o velho
Conte a história de João, o amante.
Ele gostava da estátua de um estranho lindo.
Morreu cem anos antes num furacão.
Ele dizia-lhe o seu amor todos os dias.
E afogou a sua dor num copo quando voltou.
A rapariga de mãos compridas nunca diria nada.
E o pobre John sabia bem
Que na estátua estava o seu coração e que um dia
Ele morreria de frio ou de amor
Que na estátua estava o seu coração e que um dia
Ele morreria de frio ou de amor
Ele morreria de frio ou de amor.
(funcao ();
documento.escrever ('