Yolandita Monge — Te Extrano letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Te Extrano" de Yolandita Monge.
Letra
Te deseo mi vida, en tu piel voy prendida
Todavia me quemas, como aquel primer dia
Cuando tu me querias…
En mi cuerpo te siento
De la noche hasta el dia
Y me abrazo al recuerdo
Se apodera del alma una melancolia
Te o extrana la noche la luna tan vida
Yo llena de mi, tu mi fruta prohibida
No tenerte me ciega
Y me siento sin ti, tan sola
Te extrano…
Como extrana la ola la orilla perdida
Como ruge una fiera el dolor de su herida
Para tanto extranarte no me alcanza la vida
Sin tu amor soy mi vida
Como una ave perdida
Y me abrazo al recuerdo
Se apodera del alma una melancolia
Te o extrana la noche la luna tan vida
Yo llena de mi, tu mi fruta prohibida
No tenerte me ciega
Y me siento sin ti, tan sola
Te extrano…
Como extrana la ola la orilla perdida
Como ruge una fiera el dolor de su herida
Para tanto extranarte no me alcanza la vida
Sin tu amor soy mi vida
Como una ave perdida
Y me abrazo al recuerdo
Se apodera del alma una melancolia
Tradução da letra
Desejo - Te a minha vida, na tua pele estou acesa
Ainda me queima, como naquele primeiro dia
Quando me amavas…
No meu corpo sinto te
Da noite ao dia
E eu abraço a memória
Toma conta da alma uma melancolia
Te ou extrana a noite a lua tão vida
Eu cheia de mim, Seu meu fruto proibido
Não te ter cega me
E sinto-me sem ti, tão sozinha
Sinto a tua falta…
Como extrana a onda a costa perdida
Como uma fera ruge a dor da ferida
Para tanto sentir a tua falta não me chega a vida
Sem o teu amor sou a minha vida
Como um pássaro perdido
E eu abraço a memória
Toma conta da alma uma melancolia
Te ou extrana a noite a lua tão vida
Eu cheia de mim, Seu meu fruto proibido
Não te ter cega me
E sinto-me sem ti, tão sozinha
Sinto a tua falta…
Como extrana a onda a costa perdida
Como uma fera ruge a dor da ferida
Para tanto sentir a tua falta não me chega a vida
Sem o teu amor sou a minha vida
Como um pássaro perdido
E eu abraço a memória
Toma conta da alma uma melancolia