William Sheller — J'Suis Pas Bien letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "J'Suis Pas Bien" de William Sheller.

Letra

Y a eu comme ça des heures entières
Aux bords du jour, àfleur de terre
Comme la lumiére aux creux des mains
Et puis l’impression singulière
D’avoir trouvéd'autres manières
De s’endormir sur le matin
Il fallait p’t-êt' pas
Qu’j’m’imagine que ça dure
Parce qu’on est simplement bien
Y a toujours quelque chose
Dans le goût de l’aventure
Qui vous file entre les mains
C’est comme le raisin
Si ça désaltère, il y a toujours des pépins
Je sais bien
Mais moi j’y peux rien
J’ai beau chercher l’oubli dans les allées des jardins
J’suis pas bien
J’me sens tomber dans la poussière
Comme les pianos qui s’font la guerre
Dans mon désert oùj'entends rien
Y a des gens plein ma vie entière
Mais je n’dis rien, j’bois dans mon verre
Un jus d'éther au cњur de juin
Il fallait p’t-êt' pas
Qu’j’m’imagine que ça dure
Parce qu’on est simplement bien
Y a toujours quelque chose
Dans le goût de l’aventure
Qui vous file entre les mains
Mais moi j’y peux rien
J’ai beau chercher l’oubli dans les allées des jardins
J’suis pas bien
Je n’sens plus rien
J’me coupe sur mon rasoir dans la radio du matin
J’suis pas bien
Et j’entends plus rien
J’attends qu’on téléphone jusqu'àdeux heures du matin
J’suis pas bien
Même que j’vois plus rien
Paraît que les journaux parlent d’un chanteur jamaïcain
J’en sais rien
J’suis pas bien.

Tradução da letra

Está assim há horas.
À beira do dia, a flor da Terra
Como a luz no vazio das mãos
E depois a impressão singular
Ter encontrado outras formas
Adormecer de manhã
Não era preciso.
Que imagino que dure
Porque estamos bem.
Há sempre alguma coisa.
No sabor da aventura
Quem te dá as mãos
É como uvas.
Se saciar a sede, há sempre falhas.
Eu sei.
Mas não posso.
Procuro o esquecimento nos becos dos jardins
Não estou bem.
Sinto-me como se estivesse a cair no pó
Como pianos em guerra
No meu deserto onde não ouço nada
Há pessoas cheias a minha vida toda
Mas não digo nada, bebo no meu copo.
Um sumo de éter em meados de junho
Não era preciso.
Que imagino que dure
Porque estamos bem.
Há sempre alguma coisa.
No sabor da aventura
Quem te dá as mãos
Mas não posso.
Procuro o esquecimento nos becos dos jardins
Não estou bem.
Já não sinto nada.
Cortei-me na minha navalha na rádio da manhã.
Não estou bem.
E não ouço nada
Estou à espera de uma chamada até às duas da manhã.
Não estou bem.
Apesar de não ver nada
Ouvi dizer que os jornais falam de um cantor jamaicano.
Não sei.
Não estou bem.