Wildlight — I Could Write letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "I Could Write" de Wildlight.

Letra

I could write of the broken tables upturned, broken china
in my insides broken windows…
And I could write of a wrinkled letter
posted stabbing folded
yesteryear, holding on…
But would it serve you?
And I could write of the dirty corners
cobwebs still stuck to me lacy white and hard to reach…
And I could write of a mixed-up morning
hands upon these shoulders
heavy, still not knowing…
Would it serve you? How could it serve you?
And in the lines I see the spiral of my trail,
and in the dark I see the pattern of a rail…
Moving, deeper, listen, slowly I fall away…
And I’d like to write of the worldly weather
clouds over these shoulders, changing getting outta myself…
And I’d like to write of all that holds you
but cannot quite see into, so come shortened parables…
I’d like to turn upon the shadows, thrust upon them candles
give 'em to the sun set down…
I’d like to learn from old volcanoes, spew what we do not need
what we do not need, what we do not…
like, to write, the silence between what I’d like and what I’m merely being…
And in the lines I see the pattern of a rail,
and in the dark I see the spiral of my trail

Tradução da letra

Podia escrever sobre as mesas partidas, viradas para cima, quebradas na china.
nas minhas entranhas janelas partidas…
E podia escrever uma carta enrugada
esfaqueamento postado dobrado
o passado, segurando-se…
Mas servi-lo-ia?
E podia escrever sobre os cantos Sujos
teias de aranha ainda coladas a mim lacy branco e difícil de alcançar…
E podia escrever sobre uma manhã confusa.
mãos sobre estes ombros
pesado, ainda sem saber…
Servi-lo-ia? Como poderia servir-te?
E nas linhas vejo a espiral do meu rasto,
e no escuro vejo o padrão de um carril…
Mover-me, mais fundo, ouvir, lentamente eu caio…
E eu gostaria de escrever sobre o tempo mundano
nuvens sobre estes ombros, mudando saindo de mim mesmo…
E eu gostaria de escrever sobre tudo o que te prende
mas não consigo ver para dentro, então venham parábolas encurtadas…
Eu gostaria de virar sobre as sombras, impelir sobre elas velas
dá-os ao pôr-do-sol…
Eu gostaria de aprender com vulcões antigos, cuspir o que não precisamos
o que não precisamos, o que não precisamos…
tipo, escrever, o silêncio entre o que eu gostaria e o que estou apenas a ser…
E nas linhas vejo o padrão de um carril,
e no escuro vejo a espiral do meu rasto