Weepers Circus — Légion letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Légion" de Weepers Circus.

Letra

Première nausée au grand matin des vivants,
A l’ombre du Livre, la lumière et le sang,
Les chemins portent la foule, la prière mal-pieuse,
Les besaces voraces, les chasses pieuses…
Seconde larme au grand jour d’une peine à jouir,
Et mourir encore en la vue des mauvais rires,
Le sot sacrement, le saint regard à l’arrière,
Le bouc s’exprime, s’aime et récolte sa terre…
Troisième blessure au grand soir des imbéciles,
A penser la foi chienne comme la sienne docile,
L'étendard infâme, vérité dite haute,
Mais se cueille tout en bas, curieuse faute…
Dernière affligeance à la grande nuit des cuistres,
Se croire en chemin, clouer les rêches épîtres,
Les nations imbues en la peste d’elles-mêmes,
Je les vois bien enlévrées d’une morve vilaine…
Et l’on dit de moi, et je dis de moi:
«Je suis Légion, je porte fenaison… "
Et l’on dit de moi, et je dis de moi:
«La brise en lisière, et les blés vocifèrent… "
Et le fardeau m'écrase, et la procession m'épuise,
Et les saisons m’envasent, et le trépas m’enlise…
Texte et musique Eric K. Guerrier août 1999

Tradução da letra

Primeira náusea no início da manhã dos vivos,
Na sombra do Livro, Luz e sangue,
Os caminhos carregam a multidão, a oração mal-piedosa,
Os sacos vorazes, as caçadas piedosas…
Segunda lágrima no grande dia de uma dor para ser apreciada,
E morrer novamente à vista do riso maléfico,
O sacramento de sot, o olhar sagrado para as costas,
O bode Expressa - se, ama-se a si mesmo e recolhe a sua terra…
Terceira grande lesão nocturna dos tolos,
Pensar na faith bitch como sua dócil,
A infame bandeira, a chamada alta verdade,
Mas é recolhido até ao fundo, falha curiosa…
Última aflição na Grande Noite dos cozinheiros,
Acredite no caminho, pregue as Epístolas duras,
Nações imbuídas da praga de si mesmas,
Vejo-os bem afastados de um ranhoso.…
E eles dizem de mim, e eu digo de mim:
"Sou uma legião, carrego feno… "
E eles dizem de mim, e eu digo de mim:
"A brisa na borda, e o trigo ruge… "
E o fardo me esmaga, e a procissão me esgota,
E as estações me afogam, e os trepas me afogam…
Texto e música Eric K. Warrior agosto de 1999