Watain — Sleepless Evil letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Sleepless Evil" de Watain.

Letra

Out hard into the darkness our praise is sung,
on cloven hooves, in cloven tongues, from cloven hearts and from cloven heads;
from the dark past echo the chants…
(Unto the) saints of murder, gods of all, who turned their back towards the
world.
In them, the shadows, we commit our deeds.
Nocturnal crimes while calm you sleep.
Secret is their legacy, their horrors violent.
Nameless as their graves, forever silent.
They never sleep. They never rest.
Dwellers in the realms infernal; Sleepless, evil ones.
Emanations of the night eternal. Sleepless evil demons of the old world
Far beneath the world of man, in halls lit by a light owing nothing to that of day.
There they dwell, they who weave the webs.
There it walks, that ought to crawl.
The haunted fields forever they must wander.
In twilight locked, forever to abide.
Until the doors shall open at the crossroads, into the other side…
Smell Vitriol, smell blackest bile.
They’re drawing closer to the gate.
The Serpents are about to reconcile.
Worlds are to burn, yes, the hour is late…
Rise now from your realms infernal!
Sleepless, evil ones.
Emanate from night eternal!
Sleepless evil, Satanas, come forth!

Tradução da letra

Para a escuridão o nosso louvor é cantado,
em cascos de cravo, em línguas de cravo, em corações de cravo e em cabeças de cravo;
do passado sombrio ecoam os cânticos…
Aos santos dos assassinatos, deuses de todos, que voltaram as costas para o
mundo.
Neles, as sombras cometemos os nossos atos.
Crimes nocturnos enquanto dormes.
O segredo é o seu legado, os seus horrores violentos.
Sem nome como os seus túmulos, silenciosos para sempre.
Eles nunca dormem. Nunca descansam.
Habitantes das cidades nefastas, soterradas e sem dormir,
Emanações da noite eterna. Demónios malignos sem sono do velho mundo
Muito abaixo do mundo do homem, em salões iluminados por uma luz que nada tem a ver com o dia.
Ali habitam, os que tecem as teias.
Ali anda ele, deve rastejar.
Os campos assombrados devem vaguear para sempre.
No crepúsculo fechado, para sempre.
Até que as portas se abram na encruzilhada, para o outro lado…
Cheira a Vitriol, cheira a bílis mais negra.
Estão a aproximar-se do portão.
As Serpentes estão prestes a reconciliar-se.
Os mundos devem arder, sim, a hora está atrasada…
Ergue-te agora dos teus reinos infernais!
Sem dormir, maus.
Emanar da noite eterna!
Mal adormecido, Satanas, aparece!