Warren Haynes — Spots Of Time letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Spots Of Time" de Warren Haynes.

Letra

Spots of time flash before my eyes
Like ribbons of light
Helplessly I try to touch them
Before they disappear into the night
Running fearlessly as in a dream
Headlong into the wind
Cool night air, blowing through our hair
Moonlight dancing on your skin
Do you remember
How young we were or is it just me Imagining like I always do When we were once wild and free
Young man yearning for days gone by Innocence once removed
Familiar feeling of a front porch swing
And a song, always soothes
Spots of time like windows appear
You can look out or in But you can’t get to the future I regret
By going through the past, my friend
Do you remember
How young we were or is it just me Imagining like I always do That we were once wild and free
A mother’s tears, a sparrow’s wing
A lover’s eyes softly glistening
Memories that to me are everything
But to others maybe only ashes and dust
Do you remember
How young we were or is it just me Imagining like I always do When we were once wild and free
Do you remember
How young we were or is it just me Imagining like I always do When we were once wild and free
Wild and free

Tradução da letra

As manchas do tempo brilham diante dos meus olhos
Como fitas de luz
Impotente eu tento tocá-los
Antes de desaparecerem na noite
Correndo sem medo como num sonho
Precipitado no vento
Ar fresco da noite, soprando pelo nosso cabelo
O luar a dançar na tua pele
Lembras-te?
Como éramos jovens ou sou Só eu a imaginar como sempre faço quando éramos selvagens e livres
Jovem que anseia por dias passados pela inocência, uma vez removido
Sensação Familiar de um baloiço no alpendre da frente
E uma canção, sempre acalma
Pontos de tempo como as janelas aparecem
Podes olhar para fora ou para dentro, mas não podes chegar ao futuro de que me arrependo.
Ao passar pelo passado, meu amigo
Lembras-te?
Como éramos jovens ou sou Só eu a imaginar, como sempre faço, que já fomos selvagens e livres.
Lágrimas de mãe, asas de pardal
Os olhos de um amante brilhando suavemente
Memórias que para mim são tudo
Mas para outros talvez apenas cinzas e pó
Lembras-te?
Como éramos jovens ou sou Só eu a imaginar como sempre faço quando éramos selvagens e livres
Lembras-te?
Como éramos jovens ou sou Só eu a imaginar como sempre faço quando éramos selvagens e livres
Selvagem e livre