Warrel Dane — Let You Down letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Let You Down" de Warrel Dane.
Letra
And the parasites
That call themselves the pretty ones
Licked their lips acknowledging the suffering
They had created and yet felt no remorse
In between the quiet space
Of cold defense and misplaced selfish rage
I blame defiantly not like the others that came before
We are the ones who can change
I love to let you down
I love to wear this foolish crown
Of suffering and empty dignity
For your deity has abandoned me such is vanity
The withered parasites are slandering
The walls of truth, the wise can see them fall
To attain enlightenment
The change is whispered on the winds of unjust war
I love to let you down
I love to wear this foolish crown
Of suffering and empty dignity
For your deity has abandoned me such is vanity
Not like the others that came before
We are the ones who can change
Not like the hatred that falls away
Treading the silence again
I love to let you down
I love to wear this foolish crown
Of suffering and empty dignity
For your deity has abandoned me such is vanity
Not like the others that came before
We are the ones who can change
Tradução da letra
E os parasitas
Que se auto-intitulam os bonitos
Lambeu-lhes os lábios reconhecendo o sofrimento
Eles criaram e, no entanto, não sentiram remorsos
No meio do espaço tranquilo
De defesa fria e raiva egoísta deslocada
Eu culpo desafiadoramente não como os outros que vieram antes
Somos nós que podemos mudar
Adoro desiludir-te.
Adoro usar esta coroa tola.
De sofrimento e de dignidade vazia
Pois a tua divindade abandonou-me tal é a vaidade
Os parasitas definhados caluniam
Os muros da verdade, os sábios podem vê-los cair
Para atingir a iluminação
A mudança é sussurrada nos ventos da guerra injusta
Adoro desiludir-te.
Adoro usar esta coroa tola.
De sofrimento e de dignidade vazia
Pois a tua divindade abandonou-me tal é a vaidade
Não como os outros que vieram antes.
Somos nós que podemos mudar
Não como o ódio que cai
A pisar o silêncio outra vez
Adoro desiludir-te.
Adoro usar esta coroa tola.
De sofrimento e de dignidade vazia
Pois a tua divindade abandonou-me tal é a vaidade
Não como os outros que vieram antes.
Somos nós que podemos mudar