Vincha — Les mains de mon amie letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Les mains de mon amie" de Vincha.
Letra
Dans les petites mains
De ma petite amie
Je ne réponds de rien
J’ai comme des envies
De me bloquer au lit
Jusqu’au petit matin
Il pourrait y avoir la guerre
Un accident nucléaire
Un incident planétaire
Très bien, bien
Dans la télé y’a Drucker
Au téléphone y’a ma mère
Le gramophone joue Schubert
Mais ce n’est rien
Rien
Car dans les mains amies
De ma petite addiction
J’ai des attractions
Ce n’est pas la magie
Ni les lignes de vie
Non, c’est une conviction
Il pourrait pleuvoir des bombes
De l’eau, des trombes, des chagrins
La terre ne serait plus ronde
Je serai un peu martien
Il y aurait des hécatombes
A deux pas sous les balcons
D’où s'échapperaient des grondes
Que je n’entendrai pas un son
Quand je tiens dans mes mains
Les mains de mon ami
Je ne regrette rien
Mon petit doigt me dit
Qu’elles resteront blotties
Jusqu’au petit matin
Je supporterai tapages
Et vacarmes des voisins
Les flammes et les prises d’otages
Très bien, bien
Au loin les murmures de l'âge
Et les craquements de ton point
Mais tes doigts dans mes doigts
Tissages, présagent notre bien
Car dans les grandes mains
De mon petit ami
Il y a toute l’allégresse
Elles se plient se déplient
Au pli de mes envies
Qu’elles recouvrent d’ivresse
Et même si le ciel s’effondre
Même si la fin n’est pas loin
Quand la lumière défie l’ombre
Ici mon mie tu seras bien
A la fenêtre d’un monde
Qui aime jouer des coups de peines
Bras dessus dessous nous irons
Dès demain
Dans le creux de la tienne
Quand je tiens dans mes mains
Les mains de mon ami
Je ne réponds de rien
J’ai comme des envies
De me bloquer au lit
Tradução da letra
Em mãos pequenas
Da minha namorada.
Não vou responder a nada.
Eu tenho desejos
Para me trancar na cama
Até de manhã cedo
Pode haver guerra.
Um acidente nuclear
Um incidente planetário
Está bem, está bem.
Na TV há Drucker
Ao telefone está a minha mãe.
O gramofone toca Schubert
Mas não é nada.
Nada
Pois nas mãos amigáveis
Meu pequeno vício
Tenho atracções.
Não é magia.
Nem as linhas de vida
Não, é uma condenação.
Pode chover bombas.
Água, bolhas, tristezas
A terra não seria mais redonda
Serei um pequeno Marciano
Haveria hecatombs.
Dois passos debaixo das varandas
De onde escapariam os Rondes?
Que não vou ouvir um som
Quando Seguro nas minhas mãos
As mãos do meu amigo
Não me arrependo de nada.
O meu dedo mindinho diz-me
Que permanecerão aconchegados
Até de manhã cedo
Eu aguento.
E o barulho dos vizinhos
Chamas e tomada de reféns
Está bem, está bem.
À distância os murmúrios da idade
E os crepitos do teu ponto de vista
Mas os teus dedos nos meus dedos
Tecelões, portem o nosso bem
Porque nas mãos grandes
Do meu namorado.
Há toda a alegria
Dobram-se, desdobram-se.
Na dobra dos meus desejos
Que encobrem com embriaguez
E mesmo que o céu caia
Mesmo que o fim não seja longe
Quando a luz desafia a sombra
Aqui, querida, vais ficar bem.
À janela de um mundo
Que adora jogar penalidades
Braço por braço vamos
A partir de amanhã
No teu vazio
Quando Seguro nas minhas mãos
As mãos do meu amigo
Não vou responder a nada.
Eu tenho desejos
Para me trancar na cama