Vincent Vallières — Les parages de l'éternité letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Les parages de l'éternité" de Vincent Vallières.
Letra
La nuit est encore debout
La lune me ramène chez nous
Et c’est toujours le branle-bas
À la taverne du coin
En dedans
Le monde carbure tranquillement
C’t’une espèce de carrousel
À sentiments
Y’en a qui pleurent à boire debout
Y’en a qui rient parce qu’y sont saouls
À bras le corps
Ça se pète la fiole
Y en a qui courent à' scrap
Y en a qui traînent de la patte
Ça ment en morceaux
Ça a le coeur en lambeaux
Ça veut pus rien
Ou ça veut trop
Une gang parle d’la game entre chums
Deux autres au bar jouent aux bums
Y’a celui là-bas
Qui raconte l’histoire du gars
Pis quatre cinq autour qui rient ben gras
Fait qu’en gros c’est pas mal ça
Ça prend sa pinte ça pète d’la broue
Ça boit au nom de rien du tout
Ça cabotine dans la voie d'évitement
Depuis des heures ou des années
Quand la waitress les appelle mon pit'
Enfin ça sent qu'ça fitte
Pour un bout de temps au moins
Ça sent que ça appartient
Pis quand la waitress crie Last call
Le monde dans' place
Est pas mal fall ball
La lumière blanche et frette s’allume
On tire le rideau on sort de la brume
Y’est trois heures
Une poignée d’hommes et de femmes
Quittent les parages de l'éternité
La place se vide sans histoire
Y reste juste
De la limaille de rêves sur le plancher
Tradução da letra
A noite ainda está de pé
A Lua traz-me para casa
E é sempre o punheteiro
Na taverna local
Dentro
The world carbide quietly
É uma espécie de carrossel.
Aos sentimentos
Há quem chore para beber de pé
Alguns riem porque estão bêbados
Para armar o corpo
Está a passar-se.
Há alguns que correm para a sucata
Há alguns que arrastam as patas
Está a mentir aos bocados.
É o coração em farrapos
Não significa nada.
Ou quer demasiado
Um gangue fala sobre o jogo entre amigos
Dois outros no bar brincam aos vadios
Ali está aquele ali.
Quem conta a história do tipo
Pis quatro cinco por aí que riam, Ben Gordo
Na verdade, é bastante bom.
Toma a sua cerveja peida a roda
Bebe em nome de nada.
Está uma confusão na faixa de desvio.
Durante horas ou anos
Quando a empregada lhes chama o meu poço
Cheira a espesso.
Pelo menos por um tempo.
Cheira como se pertencesse
Pior quando a empregada grita a última chamada.
O mundo no lugar
Não é má bola de outono
Luz branca e luzes fret
Puxamos a cortina saímos da neblina
São três horas.
Um punhado de homens e mulheres
Sair da periferia da eternidade
O lugar fica vazio sem história
Fica aí.
Dos arquivos dos sonhos no chão