Vicentico — Nada Va A Cambiar letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Nada Va A Cambiar" de Vicentico.

Letra

Cerraste las ventanas de tu cuarto
Tapiaste en cada puerta una pared
Y te quedaste adentro para siempre
Guardandote en silencio sin querer
No se si te escondiste del invierno
O el mundo fue difícil de entender
Yo se que afuera es duro cuando llueve
Y que el miedo nunca se deja vencer
Voy a volverme viento para entrar en cada hueco que dejaste sin cerrar
Solo para darme la esperanza de salvarte del silencio y recordar
Que eramos iguales bajo el cielo o el abismo de este mar
Fue nuestra verdad
Nunca va a cambiar
Cerraste las ventanas de tu cuarto
Tapiaste en cada puerta una pared
Y te quedaste adentro para siempre
Guardandote en silencio sin querer
Solo es un recuerdo que quedo quieto
Como la lluvia a punto de caer
Dormido en el hechizo de algún cuento
Soñando como llover
Voy a volverme viento para entrar en cada hueco que dejaste sin cerrar
Solo para darme la esperanza de salvarte del silencio y recordar
Que eramos iguales bajo el cielo o el abismo de este mar
Fue nuestra verdad
Nunca va a cambiar

Tradução da letra

Fechaste as janelas do teu quarto
Tapaste em cada porta uma parede
E ficaste lá dentro para sempre
Manter te em silêncio sem querer
Não sei se te escondeste do inverno
Ou o mundo foi difícil de entender
Eu sei que lá fora é difícil quando chove
E que o medo nunca se deixa vencer
Vou ficar ventoso para entrar em todos os buracos que deixaste por fechar
Só para me dar a esperança de te salvar do silêncio e lembrar
Que éramos iguais sob o céu ou o abismo deste mar
Foi a nossa verdade
Nunca vai mudar
Fechaste as janelas do teu quarto
Tapaste em cada porta uma parede
E ficaste lá dentro para sempre
Manter te em silêncio sem querer
É só uma lembrança que fico quieto
Como a chuva prestes a cair
Dormindo no feitiço de algum conto
Sonhando como chover
Vou ficar ventoso para entrar em todos os buracos que deixaste por fechar
Só para me dar a esperança de te salvar do silêncio e lembrar
Que éramos iguais sob o céu ou o abismo deste mar
Foi a nossa verdade
Nunca vai mudar