Vicente Fernandez — Sus Ojos Se Cerraron letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Sus Ojos Se Cerraron" de Vicente Fernandez.
Letra
Miscellaneous
Sus Ojos Se Cerraron
Sus ojos se cerraron y el mundo sigue andando,
Su boca que era mía ya no me besa mas
Se apagaron los ecos de su reír sonoro
Y es cruel este silencio que me hace tanto mal.
Fue mía la piadosa dulzura de sus manos,
Que dieron a mis penas caricias de bondad,
Y ahora que la evoco hundido en mi quebranto,
Las lagrimas trenzadas se niegan a brotar,
Y no tengo el consuelo de poder llorar.
¿Porque sus alas tan cruel quemó la vida,
Por que esta mueca siniestra de la suerte?
Quise abrigarla y mas pudo la muerte,
Como me duele y se ahonda mi herida.
Yo se que ahora vendrán caras extrañas
Con su limosna de alivio a mi quebranto
Todo es mentira, mentira es el lamento
Hoy esta solo mi corazón.
Como perros de presa las penas traicioneras
Celando mi cariño galopaban detrás,
Y escondida en las aguas de su mirada buena
La muerte agazapada marcaba su compás.
En vano yo alentaba febril una esperanza,
Clavó en mi carne viva sus garras el dolor,
Y mientras en la calle en loca algarabía
El carnaval del mundo gozaba y se reía
Burlándose el destino me robo su amor.
¿Por que sus alas … … …
Tradução da letra
Miscellaneous
Seus Olhos Se Fecharam
Seus olhos se fecharam e o mundo continua a andar,
A sua boca que era minha, já não me beija mais
Eles desligaram os ecos de sua risada sonora
E é cruel este silêncio que me faz tanto mal.
Foi minha a piedosa doçura de suas mãos,
Que deram às minhas tristezas carícias de bondade,
E agora que a evoco afundado na minha ruína,
Lágrimas trançadas se recusam a brotar,
E não tenho o conforto de poder chorar.
Porque suas asas tão cruel queimou a vida,
Por que essa careta sinistra da sorte?
Eu quis abrigá la e mais a morte pôde,
Como dói e afunda minha ferida.
Eu sei que agora virão caras estranhas
Com a sua esmola de alívio ao meu quebranto
É tudo mentira, mentira é o lamento
Hoje está só o meu coração.
Como cães de rapina tristezas traiçoeiras
Celando meu querido galopavam atrás,
E escondida nas águas do seu bom olhar
A morte agazapada marcava seu compasso.
Em vão eu encorajava febril uma esperança,
Cravou em minha carne viva suas garras a dor,
E enquanto na rua em louca agitação
O carnaval do mundo gozava e ria
Gozando o destino roubou-me o seu amor.
Por que suas asas … … …