Vicente Fernandez — No Tiene Nombre letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "No Tiene Nombre" de Vicente Fernandez.
Letra
Porque no puedo abandonarte en esta vida
Si me haces, tanto, tanto, tanto, tanto daño
No tiene nombre lo que me haces vida mía
Y sin embargo no hago nada más que estarte amando
Será tu modo de matarme el que me gusta
Porque me quedo aunque me hieras a tus anchas
No hayo la puerta con las penas que me causas
Y sin embargo aquí me tienes a tus plantas
Tú no valoras la riqueza de mi alma
Que se hace garras para poderte agradar
Tú te limitas a mirarme que me muero
Sin que hagas nada pa' poderlo remediar
(Y ahora si Petra, échame unas buenas gordas, que ahora si vengo a cenar)
Yo soy el blanco de tus flechas con veneno
Y te diviertes con mi amor apasionado
Y sin embargo no me rindo en la batalla
Aguanto el fuego como lo hace un buen soldado
Y si tú piensas que daré la media vuelta
Primero muerto que emprender la retirada
Aquí estaré porque mi alma me lo ordena
Pidiéndote para mí sed, un poco de agua
Tú no valoras la riqueza de mi alma
Que se hace garras para poderte agradar
Tú te limitas a mirarme que me muero
Sin que hagas nada pa' poderlo remediar
Tradução da letra
Porque não te posso abandonar nesta vida
Se me fizeres, tanto, tanto, tanto, tanto dano
Não tem nome o que me fazes minha vida
E no entanto não faço nada além de estar te amando
Será a tua maneira de me matar o que eu gosto
Porque fico mesmo que me magoes à tua vontade
Não tenho a porta com as mágoas que me causa
E no entanto aqui tens as tuas plantas
Você não valoriza a riqueza da minha alma
Que se faz garras para te agradar
Tu só olhas para mim que estou a morrer
Sem que você faça nada para que ele possa remediar
(E agora se Petra, me dê algumas boas gordas, que agora se eu vier jantar)
Eu sou o alvo das tuas flechas com veneno
E você se diverte com meu amor apaixonado
E ainda assim eu não desisto na batalha
Eu aguento o fogo como um bom soldado faz
E se achas que vou dar meia volta
Primeiro morto do que empreender a retirada
Estarei aqui porque a minha alma me ordena
Pedindo para mim sede, um pouco de água
Você não valoriza a riqueza da minha alma
Que se faz garras para te agradar
Tu só olhas para mim que estou a morrer
Sem que você faça nada para que ele possa remediar