Vicente Fernandez — Gabino Barrera letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Gabino Barrera" de Vicente Fernandez.

Letra

Gabino Barrera, no entendía razones, andando en la borrachera
Cargaba pistola, con 6 cargadores, le daba gusto a cualquiera
Usaba el bigote, en cuadro abultado, con paño al cuello enredado
Calzones de mata, chamarra de cuero, traía punteado el sombrero
Sus pies campesinos, usaban guaraches, y a veces a raíz andaba
Pero le gustaba pagar los mariachis, la plata no le importaba
Con una botella de caña en la mano, gritaba «Viva Zapata»
Porque era ranchero el indio suriano, era hijo de buena mata
Era alto y bien dado, muy ancho de espaldas, su rosto mal encanchado
Su negra mirada, un aire le daba, al buitre de las montañas
Gabino Barrera, dejaba mujeres, con hijos, por donde andaba
Por eso en los pueblos, donde se paseaba, se la tenían sentenciada
Recuerdo la noche que lo asesinaron, venia de ver a su amada
18 descargas de máuser sonaron, sin darle tiempo de nada
Gabino Barrera murió como mueren, los hombres que son bragados
Por una morena, perdió como pierden, los gallos en los tapados

Tradução da letra

Gabino Barrera, não entendia razões, andando na bebedeira
Carregava arma, com 6 carregadores, dava gosto a qualquer um
Usava o bigode, em caixa abaulada, com pano ao pescoço emaranhado
Calzones de mata, jaqueta de couro, trazia pontilhado o chapéu
Seus pés camponeses, usavam guaraches, e às vezes a raiz andava
Mas ele gostava de pagar os mariachis, a prata não se importava
Com uma garrafa de cana na mão, ele gritava " Viva Zapata»
Porque era rancheiro o índio suriano, era filho de boa mata
Era alto e bem dado, muito largo de costas, seu rosto mal curvado
Seu olhar negro, um ar dava, ao abutre das montanhas
Gabino Barrera, deixava mulheres, com filhos, por onde andava
Por isso, nas aldeias, onde passeava, tinham-na condenada
Lembro-me da noite em que ele foi assassinado, veio de ver a sua amada
18 Downloads de máuser soou, sem dar-lhe tempo de nada
Gabino barreira morreu como eles morrem, os homens que são bravos
Por uma morena, perdeu como perdem, os galos nos tapados