Vicente Fernandez — El Derrotado letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "El Derrotado" de Vicente Fernandez.

Letra

Que soy un derrotado
Que voy por este mundo
Causando sentimiento
Del que me vivir
Que sufro por tu ausensia
Que lloro por tus besos
Eso es lo que me an dicho
Que cuentas tu de mi
Que vivo en las cantinas
Que duermo donde quiera
Total que soy un paria
Que pronto va morir
Y llo que soy el mismo
Que se arrullo en tus brasos
Resibo las noticias
Y no se que desir
Por que siempre la mujer
Cuando deja de querer
Nos despresia y nos maldice
Y si no sabe aguantar
Y si tubo que llorar por
Que rayos no dice
Ya ves llo no reniego
De todos tus insultos
Lo que dijo el poeta
Te voy a repetir
Existen aves
Que crusan el pantano
Y no se manchan
Y tu sabes mujer
Que mi plumajes deesos
Por que cuando una mujer
Cuando deja de querer
Nos despresia y nos maldice
Por que no sabe aguantar
Y si tubo que llorar por que
Diablos no lo dice
Lla vez
De todos tus insultos
Lo que dijo el poeta
Te voy a repetir
Existen aves
Que cruzan el pantano
Y no se manchan
Y tu sabes mujer
Que mi plumajes deesos

Tradução da letra

Que sou um derrotado
Que vou por este mundo
Causando sentimento
Do qual me viver
Que sofro pela tua ausência
Que choro pelos teus beijos
Foi o que me disseram
Que contas tu de mim
Que vivo nas cantinas
Que durmo onde quiser
Sou um pária
Que em breve vai morrer
E eu sou o mesmo
Que se arrume nos teus brasos
Resibo as notícias
E não sei o que desir
Porque sempre a mulher
Quando ele pára de querer
Despreza nos e amaldiçoa nos
E se não consegue aguentar
E se tubo você chorar por
Que raio não diz
Vês eu não nego
De todos os teus insultos
O que o poeta disse
Vou repetir
Existem aves
Que atravessam o pântano
E eles não mancham
E tu sabes mulher
Que a minha plumagem de emplastros
Por que quando uma mulher
Quando ele pára de querer
Despreza nos e amaldiçoa nos
Porque não aguenta
E se tubo você chorar por que
Raios não diz
La vez
De todos os teus insultos
O que o poeta disse
Vou repetir
Existem aves
Que atravessam o pântano
E eles não mancham
E tu sabes mulher
Que a minha plumagem de emplastros