Vicente Fernandez — El Adios A La Vida letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "El Adios A La Vida" de Vicente Fernandez.
Letra
El día que me muera, que sea con mariachis, mi adiós a la vida
En vez de rezarme, me cantan canciones, como despedida
Que sea mi velorio, con música alegre, y con muchas botellas
Para que mis cuates, brinden por el muerto, lo mismo por ellas
Yo quisiera tener, una muerte tranquila
Bajo el sol de mi patria, que no es orgulloso
Yo me quiero morir, que me traigan tequila
Que entre vino y mujeres me siento dichoso
(Epale, epale, párenle, esa no muchachos, esa no por favor, el día
Que yo me muera, yo no quiero llantos, yo no quiero penas, ni quiero
Tristezas
En caras ajenas, ya las golondrinas están muy rayadas, pa' mi toquen sones
Sones de mi tierra, mi Guadalajara, y si en sus mejillas se rodara
El llanto
Tengan por seguro, que donde me encuentre, yo para mi pueblo
Seguiré cantando,)
El día que me muera, yo quiero un petate al estilo ranchero
Vestido de charro me tapan la cara, con este sombrero
Están invitadas las flores que nunca me fueron sinceras
A ver si en mi entierro, les causa vergüenza, ser tan traicioneras
Yo quisiera tener, una muerte tranquila
Bajo el sol de mi patria, que no es orgulloso
Yo me quiero morir, que me traigan tequila
Que entre vino y mujeres, me siento dichoso
Tradução da letra
No dia em que morrer, que seja com mariachis, meu adeus à vida
Em vez de me rezarem, cantam-me canções, como despedida
Que seja o meu velório, com música alegre, e com muitas garrafas
Para que os meus cuates brindem ao morto, o mesmo por elas
Eu gostaria de ter uma morte tranquila
Sob o sol da minha pátria, que não é orgulhoso
Eu quero morrer, que me tragam tequila
Que entre Vinho e mulheres sinto me feliz
(Epale, epale, pare com isso, não rapazes, não por favor, o dia
Que eu morra, eu não quero choros, eu não quero tristezas, nem quero
Tristezas
Em rostos alheios, já as andorinhas estão muito arranhadas, pa ' mi toquem sones
Sons da minha terra, minha Guadalajara, e se em suas bochechas ela se enrolasse
O choro
Tenham a certeza, onde quer que me encontre, eu para o meu povo
Vou continuar a cantar,)
No dia em que morrer, quero uma mochila ao estilo rancheiro
Vestido de charro tapam-me a cara, com este chapéu
Estão convidadas as flores que nunca foram sinceras para mim
Para ver se no meu enterro, lhes causa vergonha, ser tão traiçoeiras
Eu gostaria de ter uma morte tranquila
Sob o sol da minha pátria, que não é orgulhoso
Eu quero morrer, que me tragam tequila
Que entre Vinho e mulheres, sinto-me feliz