Vehemence — Christ, I Fucking Hate You letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Christ, I Fucking Hate You" de Vehemence.

Letra

Her father lies bleeding
His blood on my hands
Gratitude apparent
Her sobs turn to signs of relief
Touching her tear-stained cheek
Gazing deeply into her eyes
She worships me as a god
We embrace passionately on the floor
Spreading her legs
My fantasy fleshed forever
I shove myself gently into her
Gasping she smiles and cries
Her blood streams from the vagina
She used to be a virgin whore
(Fucking her, this is my fantasy)
Father knew better than to take that away
His dick only went in her mouth and her ass
I am the one whom she’ll remember always
As he who made her tremble with first orgasm
My body now growing numb, I don’t know why
I can feel my insides changing into a god
(What is wrong? Who am I becoming?)
I become her Jesus in the flesh
Blood on my hands pouring from gaping holes
She gets to fuck me, the son of god
A fantasy she has for pain I inflict
My hands slide up her breasts so slowly
And constrict around her neck tightly
Cartilage and veins popping
Her expression is delight
As I climax, my thorny crown drops
Upon her bloated face
Suddenly her Christ is gone and so is she
He took away my only passion in life
And now all I have is a pile of broken flesh
His possession has robbed me, and all I feel is hate
Christ, I fucking hate you
Christ, I fucking hate you
Christ, I fucking hate you

Tradução da letra

O pai dela está a sangrar.
O sangue dele nas minhas mãos
Gratidão aparente
Os seus soluços transformam-se em sinais de alívio.
A tocar-lhe na bochecha manchada de lágrimas
Olhando profundamente nos seus olhos
Ela Venera - me como um Deus
Abraçamos apaixonadamente no chão
A abrir as pernas.
A minha fantasia floresceu para sempre
Enfio-me gentilmente nela
Ofegante ela sorri e chora
O sangue dela corre da vagina.
Ela era uma prostituta virgem.
(Fodendo-a, esta é a minha fantasia)
O pai sabia que não devia tirar isso.
A pila dele só entrou na boca dela e no rabo dela.
Eu sou aquele de quem ela se lembrará sempre
Como aquele que a fez tremer com o primeiro orgasmo
O meu corpo está a ficar dormente, não sei porquê.
Sinto o meu interior a transformar-se num Deus
(O que se passa? Em quem me estou a tornar?)
Eu me torno seu Jesus na carne
Sangue nas minhas mãos derramando de buracos escancarados
Ela pode foder-me, o filho de Deus.
Uma fantasia que ela tem para a dor que eu infligi
As minhas mãos deslizam pelos seios dela tão lentamente.
E aperta bem o pescoço
Cartilagem e veias a estalar
Sua expressão é deleite
Quando chego ao clímax, a minha coroa espinhosa cai
Sobre o seu rosto inchado
De repente, o seu Cristo desapareceu e ela também.
Ele tirou-me a minha única paixão na vida.
E agora tudo o que tenho é um monte de carne partida.
A possessão dele roubou-me, e tudo o que sinto é ódio.
Cristo, odeio-te.
Cristo, odeio-te.
Cristo, odeio-te.