Vanesa Martín — Maldita Casa letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Maldita Casa" de Vanesa Martín.
Letra
Hoy llevo mas de media hora en mi ventana
llego el invierno
la calle esta mojada
en esta casa la humedad esta cantada
Maldita casa
maldita cama
No me hizo falta mas de un día para darte
todo lo mío
fue tuyo en una tarde
aunque yo misma me di cuenta no importaba
yo me entregaba
me entregaba
Ahora no se que hacer
ni estar sin ti y ahora no se que hacer
me muero, me muero, me muero
Ahora no se que hacer
ni estar sin ti ahora no se que hacer
me muero, me muero, me muero
Agua de mayo para mi que impredecible hasta el final
ves como me araña la piel
yo no sé que será, yo no sé que será
Hoy llevo más de media hora en mi ventana
lo miro todo
pero no entiendo nada
y es que no quiero tocarte ni en canciones
sombra de un cuerpo, sombra de un nombre
El viento trae a lo mas que a ti me recuerda
mi mente me traiciona aunque no quiera
me estoy volviendo loca casi por segundo
maldita casa maldito mundo
Ahora no se que hacer
ni estar sin ti ahora no se que hacer
me muero, me muero, me muero
Ahora no sé que hacer
ni estar sin ti ahora no se que hacer
me muero, me muero, me muero
Agua de mayo para mí
que impredecible hasta el final
ves como me araña la piel
yo no sé que será, yo no sé que será
Agua de mayo para mi que impredecible hasta el final
ves como me araña la piel
yo no se que sera, yo no se que sera
Hoy llevo más de media hora en mi ventana
y no me llama, y no me llama, y no me llama…
Tradução da letra
Hoje estou na minha janela há mais de meia hora
o inverno chegou
a rua está molhada
nesta casa a umidade está cantada
Maldita casa
maldita cama
Não precisei de mais de um dia para te dar
tudo o que tenho
foi teu numa tarde
embora eu tenha percebido isso não importava
eu entregava me
entregava me
Agora não sei o que fazer
nem estar sem ti e agora não sei o que fazer
estou a morrer, a morrer, a morrer
Agora não sei o que fazer
nem estar sem ti agora não sei o que fazer
estou a morrer, a morrer, a morrer
Água de maio para mim que imprevisível até o fim
vês como a minha pele arranha
eu não sei o que será, eu não sei o que será
Hoje estou na minha janela há mais de meia hora
olho para tudo
mas não entendo nada
e não quero tocar Te nem em canções
sombra de um corpo, sombra de um nome
O vento traz o mais que me faz lembrar de TI
a minha mente trai me mesmo que eu não queira
estou a ficar louca quase por segundo
maldita casa maldito mundo
Agora não sei o que fazer
nem estar sem ti agora não sei o que fazer
estou a morrer, a morrer, a morrer
Agora não sei o que fazer
nem estar sem ti agora não sei o que fazer
estou a morrer, a morrer, a morrer
Água de maio para mim
que imprevisível até o fim
vês como a minha pele arranha
eu não sei o que será, eu não sei o que será
Água de maio para mim que imprevisível até o fim
vês como a minha pele arranha
eu não sei o que será, eu não sei o que sera
Hoje estou na minha janela há mais de meia hora
e não me chama, e não me chama, e não me chama de…