Valkyrja — Eulogy (Poisoned, Ill and Wounded) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Eulogy (Poisoned, Ill and Wounded)" de Valkyrja.

Letra

Woe —
my bride, whose side I’ll never leave.
I gladly kiss her feet in adoration.
From her livid lips cries a deceitful hiss.
No love as gruesome, nor shame in our kiss.
…in our kiss.
The sliding edge against our throats
whose glare we’ll never see.
Her labor is the terror
no man shall ever flee.
Poisoned, ill and wounded,
to her curse I’m drawn.
All I was — now gone.
Wounded, ill and injured,
through the dark fulfilled,
all I was — now killed.
Are there memories still flaring
within begotten nooks
of values worth upholding,
by human hand composed?
Come see their pillars falling,
and odious are the hooks
that render life with wounds unclosed.
Behold the deathlike triumph
as pain transposed.
Behold the deathlike triumph
unopposed!
Shivering in fever and fear.
The ghost of life no longer here…
Filling hearts with radiance
whose glare ignite the world
and through the empty veins
the fire glory once more swirled.
From soul to flesh it whirled!
Her will is all I’ll ever be,
forever I’m drifting upon her storming sea.
Turning heaven’s pride to dust
by a single strike.
Every beacon burned
and through each heart a hammered spike.
Ride across the fruitless skies
upon the steed of dearth.
Turn to grave both sight and dream,
as locusts pillage earth.
Poisoned, ill and wounded,
by the black enthralled.
through my mouth — our dirge.
Poisoned, ill and injured,
her every deed appalled,
yet with the night I’ll merge.
Yearning lips of sweetest death,
a sharpened arrow to her bow.
Foulness in the purest shape,
highest peak and cruelest foe.
My gift to you is woe…

Tradução da letra

Ai —
a minha noiva, de quem nunca sairei.
Beijo-lhe os pés com prazer em adoração.
Dos seus lívidos lábios chora um assobio enganador.
Não há amor tão horrível, nem vergonha no nosso beijo.
... no nosso beijo.
A borda deslizante contra as nossas gargantas
cujo brilho nunca veremos.
O seu trabalho é o terror
nenhum homem fugirá.
Envenenado, doente e ferido,
para a maldição dela sou atraído.
Tudo o que eu estava ... agora foi — se.
Feridos, doentes e feridos,
através da escuridão cumprida,
tudo o que eu fui ... agora morto.
Ainda há memórias a arder
dentro de recantos gerados
de valores que vale a pena manter,
por mãos humanas compostas?
Venham ver os seus pilares a cair,
e odiosos são os ganchos
que tornam a vida com feridas abertas.
Contemplem o triunfo Mortal.
como a dor transposta.
Contemplem o triunfo Mortal.
sem oposição!
A tremer de febre e medo.
O fantasma da vida já não está aqui.…
Enchendo corações com brilho
cujo brilho incendeia o mundo
e através das veias vazias
a glória do fogo voltou a girar.
De alma em carne rodopiou!
A vontade dela é tudo o que serei,
para sempre, estou à deriva no mar tempestuoso dela.
Transformando o orgulho do céu em pó
por um único strike.
Todos os sinalizadores arderam
e através de cada coração um espigão martelado.
Cavalga pelos céus infrutíferos
sobre o Corcel de escassez.
Volta-te para a cova, visão e sonho,
como gafanhotos pilham a terra.
Envenenado, doente e ferido,
pelos negros, encantados.
através da minha boca, a nossa sujidade.
Envenenado, doente e ferido,
todos os seus actos chocaram,
mas com a noite vou fundir-me.
Lábios desejosos de morte doce,
uma seta afiada no arco.
Incrustação na forma mais pura,
pico mais alto e inimigo mais cruel.
O meu presente para ti é infortúnio.…