Валиум — Песня Памяти letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Песня Памяти" de Валиум.

Letra

Я покинул свой малый край ровно вечность назад.
Бесконечная тоска на меня смотрела в слезах.
Я видел сотни потерянных глаз и в них,
Так же как и в моих луень о доме не стих.
Я был в душной пустыне, ноги вязли в песках.
Но не на миг, не забыл про тебя.
Она ждет меня, знаю, сколько бы не был.
И встретит любя, даже спустя миллиарды рассветов.
Я расскажу ей про бескрайние поля и большие города,
В которых я побывал.
И расскажу ей, что таят ледяные моря.
Расскажу ей все, только бы вернуться назад.
Брожу через леса, покрытые снегом.
Приближался я к дому, вечность там не был.
Милый перрон за окном, вот она, мой очаг.
Если бы ты только знала, как я скучал.
В память о тех, кого с нами нет.
В память о тех, кого с нами нет.
В память о тех, кого с нами нет.
С нами нет…
Каждую ночь видел дом свой во сне.
Я шел к нему медленно, шел на свет.
Родной, смиренный мой край,
Что когда-то махал мне рукою вслед.
Падал белый снег, я прикоснулся до стен.
Я был так близко увидиться с ними,
Но ноги пленила тяжелая цепь.
И комнаты были пустыми…
И я застыл, где была суть, теперь только ветер и пыль.
Я камнем вниз, там горе, чуть радость и страх, ну давай же проснись.
И снова белый перрон за окном, и кто-то обнял за плечи.
Сказал мне: «Все будет хорошо.»
И поезд тронулся в свежую вечность…

Tradução da letra

Eu saiu de sua pequena borda exatamente uma eternidade atrás.
Infinita saudade me olhando e chorando.
Eu vi centenas de órfãos e olho neles,
Assim como em meus луень sobre a casa e o versículo.
Eu estava em um sufocante do deserto, as pernas вязли nas areias.
Mas não no momento, não se esqueceu de você.
Ela está esperando por mim, sei o quanto que não era.
E encontrará o amor, mesmo depois de milhares de milhões de auroras.
Eu vou falar-lhe sobre os vastos campos e cidades grandes,
Em que eu estive.
E contar-lhe que a ninguém o que ocultam de gelo do mar.
Contar-lhe tudo, só poderia voltar atrás.
Caminho através da floresta, cobertas de neve.
Eu estava vindo para casa, a eternidade não estava lá.
Bonito perrone fora da janela, lá está ela, meu viveiro.
Se tu só sabia, como eu perdi.
Em memória daqueles a quem conosco não.
Em memória daqueles a quem conosco não.
Em memória daqueles a quem conosco não.
Com a gente não…
A cada noite vi sua casa em um sonho.
Eu andei até ele, lentamente, caminhando para a luz.
Nativa, humilde meu borda,
Que acenou-me pela mão depois.
Caiu branca de neve, eu toquei a parede.
Eu estava tão perto de увидиться com eles,
Mas as pernas cativou pesada corrente.
E os quartos estavam vazios…
E eu estou parado, onde era a essência que agora é só o vento e a poeira.
Eu sou a pedra para baixo, lá para o monte, um pouco de alegria e medo, bem, vamos lá, acorde.
E, novamente, branco perrone, de fora da janela e alguém a abraçou pelos ombros.
Disse-me: "Tudo vai ficar bem.»
E o trem partiu em fresco eternidade…