Vagos Permanentes — Elogio a la Locura letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Elogio a la Locura" de Vagos Permanentes.
Letra
Cuentan de el que es un borracho, poeta ya senil
Proxeneta de unas tristes musas que huyeron ya de aquí
Un tarao, zumbao, paranoico; conflicto social
Mente vilmente enajenada, que hay que controlar
Se levanta con el alba, y desnudo al caminar
sueña con mostrar un mundo, que no puede controlar
Un semáforo, una sucia calle; dos cartones son su humilde hogar
En su rostro muestra el callejero, forjado a base de tanto errar
Hoy, como ayer, cincelar la locura de existir
y elogiar sin fe su aventura de morir
Vertical, y sin quien, sin hueco en la sien
Taladrao, como tú… siempre que le ves venir
Al otro lado del reflejo de un cristal tintao
atentando con su sucio trapo tu mundo de atontaos
Porque es él, ¡no tú!, quien está fuera del redil hostil
del cuerdo encefalograma plano yermo y estéril
Y se vence en el ocaso del blanco de un hospital
con el alma destilada por un largo deambular
Un contrato con su propio diablo que le vino un día engañar
creyendo que era el enfermo en una enferma sociedad
Hoy, como ayer, cincelar la locura de existir
y elogiar sin fe su aventura de morir
Vertical, y sin quien, sin hueco en la sien
Taladrao, como tú… siempre que le ves venir
Tradução da letra
Eles contam sobre aquele que é um bêbado, poeta já senil
Chulo de musas tristes que fugiram daqui
Um tarao, zumbao, paranóico; conflito social
Mente mal alienada, que é preciso controlar
Ele se levanta com o amanhecer, e nu ao caminhar
ele sonha em mostrar um mundo, que ele não pode controlar
Um semáforo, uma rua suja; duas caixas são sua humilde casa
Em seu rosto mostra o vadio, forjado com base em ambos errar
Hoje, como ontem, cincelar a loucura de existir
e elogiar sem fé sua aventura de morrer
Vertical, e sem Quem, sem espaço na têmpora
Fureo, como tu siempre sempre que o vês vir
Do outro lado do reflexo de um vidro tintao
atentando com seu Sujo trapo seu mundo de atordoamento
Porque é ele, não tu!, quem está fora da dobra hostil
do sà encefalograma plano ermo e estéril
E vence no crepúsculo do branco de um hospital
com a alma destilada por um longo perambular
Um contrato com seu próprio diabo que veio a ele um dia enganar
acreditando que ele era o doente em uma sociedade doente
Hoje, como ontem, cincelar a loucura de existir
e elogiar sem fé sua aventura de morrer
Vertical, e sem Quem, sem espaço na têmpora
Fureo, como tu siempre sempre que o vês vir