United Nations — Never Mind the Bombings, Here's Your Six Figures letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Never Mind the Bombings, Here's Your Six Figures" de United Nations.
Letra
No, you can’t believe it’s true
They can’t be pulling a fast one
You count your blessings
But it’s never enough
Never enough
Now you’re living life
In the pass lane
You’ve got your foot
On the brakes
You’ll never take a risk
Never again never again
It’s always the same
Things fade
But nothing ever changes
Level the playing field
But keep the pieces
In relative motion
I get it, I get it, I get it Its always the same
These days
We live in an ashtray
Breathing Smoke
No you can’t put a facade
Between yourself and the truth
You’ve got to break it down
Break it Down
Break it Down
We’ve been taking losses
We should be taking offices
We should be making promises
We intend to keep
It’s always the same
Things change
But never when you need it You can show us The campaign
But no one’s ever watching
Don’t you get it?
It’s always the same
A lead rain
But never on the front page
A red stain
But never on the hands
Of the ones
Who Pull the strings
Tradução da letra
Não, Não podes acreditar que é verdade.
Não podem ser rápidos.
Contas as tuas bênçãos.
Mas nunca é suficiente
Nunca chega
Agora estás a viver a vida
Na faixa de passagem
Tens o teu pé
Nos travões
Nunca correrás um risco.
Nunca mais nunca mais
É sempre a mesma coisa.
As coisas desvanecem-se
Mas nada muda
Nivelar as condições de concorrência
Mas guarda as peças.
Em movimento relativo
Eu entendo, eu entendo, eu entendo é sempre o mesmo
Tempo
Vivemos num cinzeiro
Fumo Respiratório
Não, Não podes pôr uma fachada.
Entre ti e a verdade
Você tem que quebrá-lo
Deita-a abaixo
Deita-a abaixo
Nós teríamos sofrido
Devíamos ficar com os escritórios.
Devíamos estar a fazer promessas.
Pretendemos manter
É sempre a mesma coisa.
As coisas mudam.
Mas nunca quando precisares, podes mostrar-nos a campanha.
Mas nunca ninguém está a ver
Não percebes?
É sempre a mesma coisa.
Uma chuva de chumbo
Mas nunca na primeira página
Uma mancha vermelha
Mas nunca nas mãos
Dos que
Que puxam os cordelinhos