Udo Lindenberg — No Future? letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "No Future?" de Udo Lindenberg.
Letra
Du sagst: No Future!
Nur noch drei Jahre, dann werden wir alle krepieren.
Du sagst, die Gifte sei’n das einzig Wahre,
und damit willst du dich allmählich wegjonglieren.
Du bist erst 15. Auf deiner Jacke steht: NO FUN!
Wär' nichts zu ändern, fängst auch erst gar nicht mehr mit irgendwas an.
Du sagst: Wie Hiroshima, die ganze Welt in Asche und Schutt, und der Zug rast
dem Abgrund entgegen,
und die Bremsen sind kaputt!
Das Schlimme ist, ich kann dich fast verstehen,
doch ich will diesen Weg nicht mit dir gehen.
Du hast alle Waffen abgelegt und aufgegeben,
und irgendwie aufgehört, zu leben.
Wenn meine Hoffnung voll am Ende wär',
dann gäb's für mich auch nichts zu singen mehr.
Denn was soll’n dann noch solche Lieder und Gedanken,
wenn das Raumschiff Erde, gesteuert von ein paar Kranken,
von ein paar irren Kamikazepiloten,
ja, sind wir denn all' solche Vollidioten,
vergeblich all' die Bücher der Dichter und Philosophen,
und es regieren immer noch die Ganoven.
Nein, ich will kein Dichter sein, der Blumen bringt
an das Grab der Vernunft, und da was Schlaues singt.
Che Guevara und Luther King dürfen nicht umsonst gestorben sein,
sonst pack' ich mein Mikrofon für immer ein!
Tradução da letra
Você diz: Não há futuro!
Só mais três anos, e morreremos todos.
Dizes que os venenos são a única coisa verdadeira,
e com isso você quer gradualmente fazer malabarismo.
Só tens 15 anos. No teu casaco não tem piada!
Se nada pudesse ser mudado, não comeces com mais nada.
Você diz: como Hiroshima, o mundo inteiro em cinzas e escombros, e as corridas de trem
rumo ao abismo,
e os travões estão avariados!
O pior é que quase te entendo.,
mas não quero ir por aqui contigo.
Abandonaste todas as armas e desististe,
e de alguma forma deixou de viver.
Se a minha esperança estivesse cheia no fim,
então não haveria mais nada para eu cantar.
Porque que outras canções e pensamentos,
se a nave espacial Terra, controlada por alguns doentes,
de alguns pilotos kamikaze malucos,
Sim, somos todos uns idiotas.,
em vão todos os livros de poetas e filósofos,
e os bandidos ainda governam.
Não, Não quero ser um poeta que traz flores.
para o túmulo da razão, e lá canta algo inteligente.
Che Guevara e Luther King não devem ter morrido em vão.,
senão, arrumo o microfone para sempre!