Tystnaden — Subterranean Gates letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Subterranean Gates" de Tystnaden.
Letra
Sands of white and morning rays*
For my tears seem as the God’s pure hands
Taste and smell become divided
And my kingdom falls within you
Glass, false, will show my life
Look, leaves are falling in my eyes
Taste, smell, will speak of mud
Taste, the smell…
Waste blanks in which find me
Waste, blanks…
I’m the answer and I have sent the leaves
Without eyes you won’t see again the light
I’m the pure hands, I hear you confession
Follow me in subterranean gates
Grace, pride, are making me
Wings, clouds, are falling in my eyes
Taste, smell, will false my mind
Taste, smell…
Waste blanks in which find me
Waste, blanks…
I’m the answer and I have sent the wings
Without eyes you won’t see again the light
I’m the pure hands, I hear you confession
Follow me in subterranean gates
Glass, false, will show my life
Glass, false…
Look, leaves are falling in my eyes
Look, leaves…
Taste, smell, will speak of mud
Taste, smell…
Waste blanks in which find me
Waste, blanks…
Sands of white and morning rays
For my tears seem as the God’s pure hands
Taste and smell become divided
And my kingdom falls within you
Shades of tears
I don’t see my hands nor feel my head
And your kingdom lives within me
Tradução da letra
Areias de raios brancos e matinais*
Pois as minhas lágrimas parecem as mãos puras de Deus
O sabor e o cheiro dividem-se.
E o meu reino cai dentro de TI
Vidro, falso, mostrará a minha vida
Olha, as folhas caem-me nos olhos
Sabor, cheiro, falará de lama
Sabor, o cheiro…
Resíduos em branco nos quais me encontrar
Resíduos, em branco…
Eu sou a resposta e enviei as folhas
Sem olhos não voltarás a ver a luz
Eu sou as mãos puras, ouço-te confessar
Sigam-me em portões subterrâneos.
Grace, pride, estão a obrigar-me
Asas, nuvens, estão caindo em meus olhos
Sabor, cheiro, vai enganar a minha mente
Sabor, cheiro…
Resíduos em branco nos quais me encontrar
Resíduos, em branco…
Eu sou a resposta e enviei as asas
Sem olhos não voltarás a ver a luz
Eu sou as mãos puras, ouço-te confessar
Sigam-me em portões subterrâneos.
Vidro, falso, mostrará a minha vida
Vidro, falso…
Olha, as folhas caem-me nos olhos
Olha, folhas…
Sabor, cheiro, falará de lama
Sabor, cheiro…
Resíduos em branco nos quais me encontrar
Resíduos, em branco…
Areias de raios brancos e matinais
Pois as minhas lágrimas parecem as mãos puras de Deus
O sabor e o cheiro dividem-se.
E o meu reino cai dentro de TI
Tons de lágrimas
Não vejo as minhas mãos nem sinto a minha cabeça
E o teu reino vive dentro de mim