Têtes Raides — Les Bouquets letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Les Bouquets" de Têtes Raides.
Letra
Je n’ai que de la chair à offrir
Sur la place publique
Je vends mon cul
A quiconque me nourrit
Pour une salade verte
Une omelette ou un anchois
J’promène mes arrières
Les boulevards c’est fait pour ça
Je vends des bouquets
Corrompus qu’auraient pu
S’il n’avait pas plu
Je vends des clous
Plutôt que mon clou
Ca fait moins mal à la lune
Je participe à la répartition sociale
Je ne travaille pas pour des…
Je vends des bouquets
Corrompus qu’auraient pu
S’il n’avait pas plu
Puis j’ai vendu du tabac
Au marché à la prise
Mais une pipe c’est toujours un clou
Dans ton manteau de sapin
Recouvre-toi bien
Sur les conseils d’un ami
J’ai vendu des pays
Des âmes corrompues
Qui jamais jamais n’auraient pu
Dans mon pays c’est pas dit
Qu’les hommes auront la chance
De s’retrouver dans une autre vie
Je vends des bouquets
Corrompus qu’auraient pu
S’il n’avait pas plu
J’vends du rouquin plutôt que du pain
Va-t-en crier sur la dune
Que j’participe à l’alcoolémie générale
Je ne travaille pas pour des…
Je vends des bouquets
Corrompus qu’auraient pu
S’il n’avait pas plu
Puis j’ai vendu d’l’uranium
Au marché à la bombe
Finalement ça n’est pas
Si mauvais qu'ça
Finalement ça fera péter le monde
J’ai plaqué la métaphore
Dans une cave à Saint-Cloud
J’vendais de la farine
En guise de cocaïne
A un type pas très comique
Qui m’a retouché la façade
Et depuis cet incident
Par correspondance
Je vends des bouquets
Corrompus qu’auraient pu
S’il n’avait pas plu
Je vends des bouquets
Corrompus qu’auraient pu
Ce matin il a plu
Achetez donc ce bouquet corrompu
Qui pourrait bien vous tomber dessus
Sans dire pourquoi
Il vous mettrait à nu
Comme autrefois
Tradução da letra
Só tenho carne para oferecer.
Na praça pública
Vendo o meu rabo
A quem me alimenta
Para uma salada verde
Uma omeleta ou biqueirão
Vou pelas costas
É para isso que servem as avenidas.
Vendo bouquets.
Corrupto como poderia ter sido
Se não tivesse chovido
Vendo pregos
Em vez do meu prego
Dói menos à Lua
Participo na distribuição social
Eu não apregoei…
Vendo bouquets.
Corrupto como poderia ter sido
Se não tivesse chovido
Depois vendi tabaco.
Ao mercado para levar
Mas um broche é sempre um prego
No teu casaco de árvore
Cobre-te bem.
A conselho de um amigo
Vendi países.
Almas corruptas
Que nunca poderia ter
No meu país não se diz
Que os homens terão a oportunidade
Encontrar-se noutra vida
Vendo bouquets.
Corrupto como poderia ter sido
Se não tivesse chovido
Vendo ruiva em vez de pão
Vais gritar na duna?
Que participo em álcool no sangue
Eu não apregoei…
Vendo bouquets.
Corrupto como poderia ter sido
Se não tivesse chovido
Depois vendi urânio.
No mercado de bombas
Finalmente não é
Mau
Finalmente vai explodir o mundo
Eu banhei a metáfora
Numa cave em Saint-Cloud
Estava a vender farinha.
Como cocaína
Tem um tipo pouco cómico
Que retocou a minha fachada
E desde aquele incidente
Por correspondência
Vendo bouquets.
Corrupto como poderia ter sido
Se não tivesse chovido
Vendo bouquets.
Corrupto como poderia ter sido
Esta manhã choveu
Então compra este buquê corrupto.
Quem pode cair em cima de TI
Sem dizer porquê
Iria expor-te
Como no passado