Trophy Scars — Chicago Typewriter letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Chicago Typewriter" de Trophy Scars.
Letra
Sun light peers through the window of our forsaken house
You look at my face, I look at your face, you put your hand to your mouth
Are you troubled, my dear? Are you boiling with fear? Has your guilt-ridden
conscious caved in?
There’s no heaven or hell this house is it for us both, let the haunting
forever begin.
So I punish my liver like I walked in a caught him fucking my daughter,
he was fucking my daughter
I’m a cobweb in the corner, I’m tortured and worn out, but I’d like you to remember me as great
(Great writer, a great lover, great artist, great…)
And so I garnish my liver with the blood of whoever and I tell you I love you
because I believe that I love you
I believe you’ll leave me a sad empty vessel, and I’ll just wander these halls
like a slow moving thought
We watch the wood floors warp in the sun patiently pacing til midnight
We watch our corpses decompose in the bleached silver ray of the moonlight
The years forget us as our bones turn to dust, she speaks only when lonely
As we accept fate, just then a family of eight moves in for a small sum of money
So now punished, I shall punish whoever inhabits this house- now a canvas,
a puppet with my hand in it
I move through the rooms like a hemorrhaged balloon
I tickle your neck with the stink of my breath
Now I garnish my hate with the torture of eight
I sell them religion because we all need religion
Now enter the priest! He shrieks latin and sprays water
I stick to the walls
In this house I am God
In every home a ghost exists, with every moan the house admits.
Tradução da letra
Luz solar aproxima-se pela janela da nossa casa abandonada
Tu olhas para a minha cara, eu olho para a tua cara, tu pões a tua mão na tua boca
Estás perturbada, minha querida? Estás a ferver de medo? Tens a tua culpa
a consciência cedeu?
Não há céu ou inferno esta casa é para nós os dois, deixe a assombração
começa para sempre.
Por isso castigo o meu fígado como se tivesse entrado num. apanhei-o a comer a minha filha.,
ele andava a comer a minha filha.
Sou uma teia de aranha no canto, estou torturada e desgastada, mas gostava que te lembrasses de mim como grande
(Grande escritor, um grande amante, grande artista, grande…)
E por isso encho o meu fígado com o sangue de quem quer que seja E digo-te que te amo.
porque acredito que te amo
Acredito que me vais deixar um receptáculo triste e vazio, e eu vou vaguear por estes corredores.
como um pensamento lento
Vemos o chão de madeira a andar pacientemente ao sol até à meia-noite.
Vemos os nossos corpos decomporem-se no raio prateado branqueado do luar
Os anos esquecem-nos enquanto os nossos ossos se transformam em pó, ela só fala quando se sente só.
Quando aceitamos o Destino, Só então uma família de oito se muda para uma pequena soma de dinheiro.
Então agora castigado, castigarei quem habitar esta casa-agora uma tela,
um fantoche com a minha mão nela
Movo-me pelos quartos como um balão com hemorragia.
Faço cócegas no teu pescoço com o fedor da minha respiração
Agora encubro o meu ódio com a tortura de oito
Vendo-lhes religião porque todos precisamos de religião
Agora entra o padre! Ele grita latim e pulveriza água.
Fico-me pelas paredes.
Nesta casa Eu sou Deus
Em cada casa existe um fantasma, com cada gemido que a casa admite.