Traviezoz De La Zierra — La Tarea letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Tarea" de Traviezoz De La Zierra.

Letra

La violencia de dia y de noche
Sacude el pais, tenemos problemas
En los pino se gira una orden
Arracen con todo que no quede huella
Por un hombre que ser heroe
Mucha gente inocente muere
Me disculpa señor presidente
Llego un poco tarde nomas no se puede
Sinaloa Tijuana Nogales Durango y Reynosa
Tambien ciudad Juarez
Destacados por mala conducta
Cuentan con soldados tambien federales
Caravanas de puro gobierno
Con capuchas y todos de negro
Cuando el kilo se pone de a peso
Si asisten al baile no llegan a tiempo
Muchas armas cortitas y largas
Calibre 50 bazucas granadas
Herramienta que tiene la mafia
Para hacerle frente a gente uniformada
Con pecheras y parque de sobra
Ademas con blindajes sus trocas
El gobierno mejor no dispara
Conserva sus balas por que se las cobran
Los carteles se encuentran en guerra
Peleando la plaza de cada frontera
Las cobijas ya estan a la moda
La cinta adhesiva tambien las hieleras
Unas mantas escritas con sangre
Uno al otro se dejan mensajes
Se requiere un arreglo de inmeadiato
Pues de lo contrario seguira el combate
Me retiro mas no me despido
Les dejo el corrido como una tarea
Con palabras entiende la gente
Talvez combiene que pare la guerra
Ya los niños no asisten a clases
No se puede salir ni a la calle
Los muntanos y los religiosos
Le piden a Dios que pare el desastre

Tradução da letra

A violência de dia e de noite
Abana o país, temos problemas
Nos pinheiros uma ordem é girada
Arracem com tudo que não reste pegada
Por um homem a ser herói
Muitas pessoas inocentes morrem
Desculpe me Sr presidente
Estou um pouco atrasado
Sinaloa Tijuana Nogales Durango e Reynosa
Também Cidade Juarez
Destaque por má conduta
Também têm soldados federais
Caravanas de puro governo
Com capuzes e todos de preto
Quando o quilo fica de peso
Se assistirem ao baile não chegam a tempo
Muitas armas cortitas e longas
Calibre 50 bazucas granadas
Ferramenta que a máfia tem
Para lidar com pessoas uniformizadas
Com peitos e Parque de sobra
Além disso com blindagens suas peças
O governo melhor não dispara
Mantém as balas porque as cobram
Os cartazes estão em guerra
Lutando a Praça de cada fronteira
Os cobertores já estão na moda
A fita adesiva também as geleiras
Alguns cobertores escritos com sangue
Um ao outro Mensagens são deixadas
Um arranjo inmeadiato é necessário
Pois caso contrário seguirá o combate
Retiro me mas não me despeço
Deixo vos a correr como uma tarefa
Com palavras entende as pessoas
Talvez combine que pare a guerra
As crianças já não frequentam as aulas
Não se pode sair nem à rua
Os muntanos e os religiosos
Pedem a Deus que pare o desastre