Tony Banks — The Border letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "The Border" de Tony Banks.
Letra
Dry forever the sun blinds off the whitewashed walls
Unbelieving she looks up from the unswept floor
You don’t have to go you don’t have to tell me All that talk of lofty causes wrapped in foolish pride
That’s a lie
That you don’t have to tell me I don’t wanna hear how wisdom walks beside you
Or how God is inside you again
No wire marks the border
No fence or wall
No town breaks this horizon
Nothing at all
Dust surrounds her the men go hungry for disaster
All they leave behind are
The old and useless and the broken
That never will be mended
I don’t wanna hear you’re captured by the madness
Of ideas long discredited from other people’s minds
They’re all lies
That you don’t have to tell me All that comes of this is poverty and hardship
Still you don’t absorb a word I say
But now there is a border
A line of blood
Now men patrol the border
But they’re dead
Somewhere a bird is flying oh Somewhere the wind is sighing oh I hope it brings you comfort
Cos it’s surely no good to me This wind blows me down
and cuts me like a knife
And now the darkness and coldness
That freezes out illusion
Restores the picture gives back the pieces
And lays them on the empty floor
I don’t want to hear so you don’t have to tell me How you rewrite history a little every day
Till it’s lies
That you don’t have to tell me I don’t want to hear how good it really has been
How wonderful the troubles we shared
No I don’t want to hear so you don’t have to tell me I don’t need your comfort I just need your company
Tradução da letra
Seca para sempre o sol cega as paredes brancas
Descrente ela olha para cima do chão desprotegido
Não tens de ir. não tens de me dizer toda aquela conversa de causas nobres envoltas em orgulho tolo.
Isso é mentira.
Que não tens de me dizer que não quero ouvir como a sabedoria anda ao teu lado
Ou como Deus está dentro de TI Outra Vez
Nenhum fio marca a fronteira
Sem vedação ou parede
Nenhuma cidade quebra este horizonte
Nada mesmo.
A poeira rodeia-a os homens ficam famintos de desastre
Tudo o que deixam para trás é
O velho e inútil e o partido
Que nunca será remendado
Não quero ouvir que foste capturado pela loucura.
De ideias há muito desacreditadas das mentes das outras pessoas
São todas mentiras.
Que não tens de me dizer que tudo o que vem disto é pobreza e sofrimento.
Mesmo assim, não absorves uma palavra do que digo.
Mas agora há uma fronteira
Uma linha de sangue
Agora os homens patrulham a fronteira.
Mas estão mortos.
Em algum lugar um pássaro está voando Oh Em Algum Lugar O vento está suspirando Oh espero que te traga conforto
Porque certamente não me serve de nada este vento sopra-me para baixo
e corta-me como uma faca
E agora a escuridão e a frieza
Que congela a ilusão
Restaura a imagem devolve as peças
E coloca-os no chão vazio
Não quero ouvir, por isso não tens de me dizer como reescreves a história todos os dias.
Até que seja mentira
Que não tens de me dizer que não quero ouvir como tem sido bom.
Como é maravilhoso os problemas que partilhámos
Não, Não quero ouvir, por isso não tens de me dizer que não preciso do teu conforto, só preciso da tua companhia.