Thomas Fersen — Les papillons letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Les papillons" de Thomas Fersen.

Letra

Sans attendre la quille
Je sors de ma coquille
Désertant la caserne
Qui me gouverne
Pour flâner dans la rue
Avec d’autre recrues
Dans nos manteaux d’hiver,
Papillons verts.
C’est au coeur de la ville
La vie civile
Que nos soldes sont bues
Les bourgeoises enchantées
De se désargenter
D’aller faire les boutiques
Papillons chics…
Les papillons… les papillons…
Le diable nous emporte
Avec les feuilles mortes
Au grand bal des fantômes
Papillons jaunes
Ou dans quelque manège
Sous les flocons de neige
Angéliques et mouillants,
Papillons blancs.
La cigarette au bec
Je poursuis ma cueillette
En regardant descendre
Un papillon de cendres
Dans l’anonymat
D’une salle de cinéma
Parmi d’autre poussières
En habit de lumière…
Les papillons… les papillons…
Dire que mes vingt ans
J’les passe à tuer l’temps
Sans connaître la gloire
D'être un seul soir
Un as de la voltige
Matador de vingt piges
Un coquelicot qui bouge,
Papillons rouges.
Moi c’est grisé d’alcool
Que je prends mon envol
Dans la rue vers minuit,
Papillons gris
La Lune les libère
Et sous les réverdères
Ce sont les noctambules
Qui déambulent…
Les papillons… les papillons…
Parfois parmi le nombre
On voit une ombre
Qui fait parler ses yeux,
Papillons bleus
Mais on n'écoute rien
On pense à autre chose
Quand ses lèvres nous causent,
Papillons roses
Et parfois on la suit
Sous son grand parapluie
Mais son prénom nous fuit,
Papillons d’nuit
Et quand le lendemain
Il reste sur la main
L’ombre de son parfum
Tout un jardin
Elle est déjà loin
Elle n’est plus qu’un point
Et c’est le désespoir
Papillons noirs…
Car sur le guéridon
Griffoné au crayon
Il reste un papillon:
«Adieu léon».
Les papillons… les papillons…

Tradução da letra

Sem esperar pela quilha
Eu saio da minha concha
A abandonar as casernas.
Quem Me governa
Para passear pela rua
Com outros recrutas
Nos nossos casacos de Inverno,
Borboletas verdes.
Está no coração da cidade
Vida Civil
Que os nossos equilíbrios são bons
A burguesia encantada
Desembaracar
Para ir às compras
Borboletas chiques…
Borboleta ... borboleta…
O diabo leva - nos embora
Com folhas caídas
Na grande bola de fantasmas
Borboletas amarelas
Ou num passeio
Sob os flocos de neve
Angélicos e molhados,
Borboletas brancas.
O cigarro na boca
Continuo a escolher
Olhando para baixo
Uma borboleta de cinzas
No anonimato
De um cinema
Entre outras poeiras
De fato leve…
Borboleta ... borboleta…
Para dizer que os meus vinte anos
Passo-os a matar tempo.
Sem conhecer a glória
Para ser uma noite
A Whirlwind ace
Assassino de porcos Vingt
Uma papoila em movimento,
Borboletas vermelhas.
Eu é grayed com álcool
Que eu voo
Na rua por volta da meia-noite,
Borboletas cinzentas
A lua liberta-os
E debaixo das luzes da rua
Estas são as corujas da noite.
Que vagueiam…
Borboleta ... borboleta…
Às vezes entre o número
Vemos uma sombra
Quem faz os olhos dela falarem,
Borboletas azuis
Mas nós não ouvimos nada.
Pensamos noutra coisa.
Quando os lábios nos causam,
Borboletas cor-de-rosa
E às vezes seguimo-la
Debaixo do seu grande guarda-chuva
Mas o seu primeiro nome escapa-nos.,
Traca
E no dia seguinte
Permanece na mão
A sombra da sua fragrância
Um jardim inteiro
Ela já está longe.
É só um ponto.
E isto é desespero
Borboletas Negras…
Pelo curandeiro
Grifo a lápis
Resta uma borboleta.:
Adeus, Leon.
Borboleta ... borboleta…