The Servant — Moonbeams letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Moonbeams" de The Servant.

Letra

Riding on a lonely bus
Like I was riding Pegasus
Slumped down on the seat at the back
A slow motion heart attack
I’m bored of being blue
Well close your eyes and soon
Those moonbeams running in the sky
Were just the same the night you came and fell into my life
Those moonbeams were running out your eyes
And your fingertips
Your cherry lips
But now I look and I see no one
I peer in at the shop displays
Dimly reflected in the window panes
Maybe these mannequins understand
What I let slip my hands
I’m bored of being blue
Well close your eyes and soon
Those moonbeams running in the sky
Were just the same the night you came and fell into my life
Those moonbeams were running out your eyes
And your fingertips
Your cherry lips
But now I look and I see no one
I’m bored of being blue
Well close your eyes and soon
Those moonbeams running in the sky
Were just the same the night you came and fell into my life
Those moonbeams were running out your eyes
And your fingertips
Your cherry lips
But now I look and I see no one
There is nobody here nobody there but me oh me
There is nobody here nobody there but me oh me
There is nobody here nobody there but me oh me
There is nobody here nobody there but me oh me
I want nobody here nobody here BUT YOU
Nobody nobody nobody no

Tradução da letra

Andar num autocarro solitário
Como se estivesse a montar Pégaso
Caído no banco de trás
Um ataque cardíaco em câmara lenta
Estou farto de ser azul.
Bem fecha os olhos e em breve
Os raios da lua a correr no céu
Éramos iguais na noite em que entraste na minha vida.
Os raios da lua estavam a sair-te dos olhos.
E as pontas dos dedos
Os teus lábios de cereja
Mas agora olho e não vejo ninguém
Eu dou uma vista de olhos nos expositores.
Pouco reflectido nas janelas
Talvez estes manequins entendam
O que deixei escorregar as mãos
Estou farto de ser azul.
Bem fecha os olhos e em breve
Os raios da lua a correr no céu
Éramos iguais na noite em que entraste na minha vida.
Os raios da lua estavam a sair-te dos olhos.
E as pontas dos dedos
Os teus lábios de cereja
Mas agora olho e não vejo ninguém
Estou farto de ser azul.
Bem fecha os olhos e em breve
Os raios da lua a correr no céu
Éramos iguais na noite em que entraste na minha vida.
Os raios da lua estavam a sair-te dos olhos.
E as pontas dos dedos
Os teus lábios de cereja
Mas agora olho e não vejo ninguém
Não há aqui ninguém além de mim
Não há aqui ninguém além de mim
Não há aqui ninguém além de mim
Não há aqui ninguém além de mim
Não quero ninguém aqui a não ser tu.
Ninguém ninguém ninguém ninguém não