The Restitution — The Garden Laid Bare letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "The Garden Laid Bare" de The Restitution.
Letra
Their eyes peer through me like glass
Years I’ve wandered from place to solemn place
Born with a shape a different shade from all the rest
Wrought with the sands of a land so foreign
I was grown in a garden, tended by light and shadow
From my sides my arms emerged, withered
The soil carved my legs out, not strong enough to stand
Lastly the shadows fused to my frame
Not even vultures would take me now in need
A creature better left unseen
If they only saw, what would they see?
If they only saw, what would I see?
Would that I could return to my garden womb
To plant my feet, to the soil unsculpted again
And place these arms back in my sides
Let the soil submerge, my bones and skin dispersed, asleep again
I was grown in a garden, tended by light and shadow
From my sides my arms emerged, withered
The soil carved my legs out, not strong enough to stand
Lastly the shadows fused to my skin
Subdued by Gravity, fettered by its weeded hands
The sun has branded its taunting, deep into my scalloped neck
Fastened like a hanging noose, set out to bleed my lungs clean
I’ll be swinging like a rotted tree,
suspended from the vine’s constricting web
Overgrown, my throat caressed by weeds
I grasp for the blades, but find only empty fists
So long unkept, this shriveled land
How long, O tender? Let not these bones rot
'Fore the dawn clothes the Earth
Tradução da letra
Os seus olhos olham através de mim como vidro
Há anos que vagueio de lugar em lugar solene.
Nascido com uma forma diferente de todos os outros
Forjada com as areias de uma terra tão estrangeira
Cresci num jardim, cultivado pela luz e pela sombra.
Dos meus lados, os meus braços secaram.
O solo cortou-me as pernas, não suficientemente forte para ficar de pé.
Por fim, as sombras fundidas na minha moldura
Nem mesmo os abutres me levariam agora em necessidade
Uma criatura melhor não Vista
Se ao menos vissem, o que veriam?
Se eles vissem, o que eu veria?
Oxalá pudesse voltar ao meu ventre de jardim
Para plantar os meus pés, para o solo livre novamente
E colocar estes braços de volta em meus lados
Deixe o solo submergir, meus ossos e pele dispersos, adormecendo novamente
Cresci num jardim, cultivado pela luz e pela sombra.
Dos meus lados, os meus braços secaram.
O solo cortou-me as pernas, não suficientemente forte para ficar de pé.
Finalmente as sombras fundidas na minha pele
Subjugado pela gravidade, acorrentado pelas suas mãos
O sol marcou a sua provocação, profundamente no meu pescoço escalopado
Preso como um laço pendurado, prestes a sangrar os pulmões.
Vou balançar como uma árvore podre,
suspenso da teia de constrição da videira
Crescida, a minha garganta acariciada por ervas daninhas
Agarro-me às lâminas, mas só encontro punhos vazios.
Por tanto tempo, esta terra murcha
Quanto tempo, ó macio? Que estes ossos não apodreçam
"Antes que a Aurora vista a Terra