The Prophecy — The Killing Fields letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "The Killing Fields" de The Prophecy.
Letra
Hark! — Ephemeral existence
Hastened by faith — Blessed are the slain
Chosen One, your time has come
all to your knees, as your body bleeds.
Embittered One, gone insane
This crimson tide, falls like rain.
Mass genocide by this God defied
Do not weep as I eternal sleep.
This litany is foul it burns with fate
These mortal remains free to devastate.
A bargain made, a pact with Dis
The covenant sealed with a kiss.
The righteous and profane, die together
Their lifeless bodies remain, lost forever.
When will I see your face again
Lost and cold I lie among the slain
At peace in death, I try to feign
Never to reveal, the depth, of the pain.
Oh sweet oblivion!
Fallen One, embrace the Son,
Your Messiah, Nazarene liar.
Ruler of the weak,
Empty lives to reap,
Redemption you will seek,
As blood from your body leaks!
Face your death with pride,
Cherish those who cried,
No longer live this lie,
And breath your final sigh!
The killing fields claim another life
Feel Mankind crushed by cloven hoof!
Tradução da letra
Ouve! - Existência efémera
Apressados pela fé-Bem-aventurados os mortos
Escolhido, chegou a tua hora.
todos de joelhos, enquanto o teu corpo sangra.
Amargurado, Enlouquecido
Esta maré vermelha cai como chuva.
Genocídio em massa por este Deus desafiou
Não chores como se eu dormisse eternamente.
Esta litania é imunda queima com o destino
Estes mortais continuam livres para devastar.
Um acordo feito, um pacto com o Dis
O covenant selou com um beijo.
Os justos e profanos, morrem juntos.
Os seus corpos sem vida permanecem perdidos para sempre.
Quando voltarei a ver a tua cara
Perdido e frio estou entre os mortos
Em paz na morte, tento fingir
Nunca revelar, a profundidade, a dor.
Oh doce esquecimento!
Um caído, abraça o Filho,
O teu Messias, mentiroso Nazareno.
Governante dos fracos,
Vidas vazias para colher,
A redenção que procurarás,
Como o sangue do teu corpo vaza!
Enfrenta a tua morte com orgulho,
Acaricia aqueles que choram,
Não mais viver esta mentira,
E respira o teu suspiro final!
Os campos de extermínio ceifam outra vida.
Sente a humanidade esmagada por cascos de cravo!