The Oldham Tinkers — The Condemned Cell letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "The Condemned Cell" de The Oldham Tinkers.

Letra

A child lay on his mother’s knee,
She dangled it with joy and pride,
I wonder what my child will be,
When I no more am by his side.
Perhaps a warrior he’ll become,
And armies lead in proud array,
To hear the marshal fife and drum,
And proclaim that he has won the fray.
Perhaps to statesmanship he will rise,
And grasp the rudder of the state,
And leave a name that never dies,
Amongst the noble and the great.
Or if he may not speak the voice,
Which promulgates a country’s laws,
Perhaps in song he will rejoice,
A people’s heart and plead the cause.
Ah thus he mused as on her knee,
The smiling babe she fondly nursed,
No thought that of his destiny,
There hung the plight of the accursed.
The mother died the son lives on,
But does her bosom proudly swell,
To hear of victory’s he has won,
Oh no he’s in the felon cell.
No states-mans laurel crown for him,
No poet’s bias around his brow,
Beside him stands a shadow grim,
Prepared to beckon come, come now.
And when that awful sign is made,
He has no power to it defy,
As on his mother’s knee he lay,
She never dreamt the death he’d die.

Tradução da letra

Uma criança deitada no joelho de sua mãe,
Ela balançou-o com alegria e orgulho,
Pergunto - me o que será o meu filho.,
Quando não estiver mais ao lado dele.
Talvez um guerreiro se torne,
E os exércitos lideram com orgulho,
Para ouvir o marechal fife e tambor,
E proclama que ele ganhou a luta.
Talvez para o estadismo ele se levante,
E agarrar o leme do estado,
E deixar um nome que nunca morre,
Entre os nobres e os grandes.
Ou se ele não falar a voz,
Que promulga as leis de um país,
Talvez em canção ele se alegre,
O coração de um povo e pleitear a causa.
E assim se pôs a mexer no joelho dela.,
A miúda sorridente que ela amamentou,
Não pensei que fosse o seu destino.,
Lá pendurou a provação dos malditos.
A mãe morreu o filho continua vivo,
Mas o seu peito orgulhosamente incha,
Para ouvir da vitória ele ganhou,
Não, ele está na cela dos criminosos.
Não há coroa de louro dos homens do Estado para ele.,
Sem preconceitos de poeta em torno de sua sobrancelha,
Ao seu lado está uma sombra sombria,
Preparados para acenar venham, venham agora.
E quando esse sinal terrível for feito,
Ele não tem poder para desafiar,
Como no joelho de sua mãe ele jazia,
Ela nunca sonhou com a morte dele.