The Furor — Rebirth Mark letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Rebirth Mark" de The Furor.
Letra
Standing within flaming pits of rage!
Redeemed in battle, ravagers of purest light
Summoned by the call, enslaved by moons forever-after
A servant to sin more and more.
Rebirth Mark! Perfecting death at last, forgotten by fate
Rebirth Mark! Limbonic hunters rising must I evade
Rebirth Mark! Avenge thy perished past, storm again
Rebirth Mark! Obscure blasphemous revival,
second coming born from doom!
War within, proud pawn of the mighty
Lifeless grin, up from ashes cast!
At dawn surface revered, the prophesised now in smoke
Approach the Reapers blade forewarned, entrusting death!
Horned invasion of the light!
I despise the feeble scum laying blind at the fortress death
Wherein the seventh seals proud master condemns pillars of light
Slave to fear slut to pain, footstool or the bastards bygone reign
Fodder of the beast born unto the foul fever
Spreading weakness and blight!
Sin master, our ancient curse reborn
Baptise by fire and praise my second storm
Soul pyre, age old driving force
Ascend through death and higher, surpassing all!
Tradução da letra
Dentro de poços flamejantes de raiva!
Redimidos em batalha, saqueadores da mais pura luz
Convocado pelo chamado, escravizado pelas luas para sempre-depois
Um servo para pecar cada vez mais.
Marca De Renascimento! Aperfeiçoando a morte finalmente, esquecida pelo destino
Marca De Renascimento! Caçadores limbónicos a levantarem-se tenho de fugir
Marca De Renascimento! Vinga o teu passado perecido, volta a tempestade.
Marca De Renascimento! Obscuro avivamento blasfemo,
o segundo a nascer da desgraça!
Guerra interior, peão orgulhoso dos poderosos
Sorriso sem vida, das cinzas lançadas!
Ao amanhecer reverenciado, o profetizado agora em fumo
Aproximem-se da espada dos ceifeiros, avisados, confiando a morte!
Invasão horrenda da luz!
Desprezo a escumalha débil que cega a fortaleza da morte.
Onde o sétimo selo orgulhoso mestre condena pilares de luz
Escrava do medo da puta à dor, ao banco dos pés ou aos bastardos do reinado passado.
Forragem da besta nascida da febre imunda
Espalhar a fraqueza e a peste!
Mestre do pecado, a nossa antiga maldição renasceu
Batizar pelo fogo e louvar a minha segunda tempestade
Pira da alma, velha força motriz
Ascendei através da morte e mais alto, superando tudo!