Teodoro Reyes — Morire Bebiendo letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Morire Bebiendo" de Teodoro Reyes.
Letra
Esa malvada es la culpable que estoy muriendo poquito a poquito
Esta sangrando mi pobre alma de ver mi mami con ese otro tipo
Por un papel que hizo con el es que mi mami no me da besitos
No me conosco y yo no se quien soy con esta angustia no podre vivir
Con la agonia que hay en mi interior estoy tan loco que no se de mi Es que su amor esta clavado en mi pecho y cada dia sangra mas mi herida que ni yo mismo muchas veces aunque quiero
Es que sin ella mi alma esta perdida
No me molesten dejen que beba a ver si un dia de un jumo me muero
Que nadie llore y en ves de flores lleven me romo para el cementerio
No quiero llantos sobre mi tumba, cerveza y romo es lo que quiero por que el que muere por lo que quiere debe la muerte saberle a cielo
No me conosco y yo no se quien soy con esta angustia no podre vivir
con la agonia que hay en mi interior estoy tan loco que no se de mi Es que su amor esta clavado en mi pecho y cada dia sangra mas mi herida que ni yo mismo muchas veces aunque quiero
Es que sin ella mi alma esta perdida
Moreno! aqui no se puede gritar pero ay ay ayy
No quiero llantos sobre mi tumba, cerveza y romo es lo que quiero por que el que muere por lo que quiere debe la muerte saberle a cielo
No me conosco y yo no se quien soy con esta angustia no podre vivir
con la agonia que hay en mi interior estoy tan loco que no se de mi Es que su amor esta clavado en mi pecho y cada dia sangra mas mi herida que ni yo mismo muchas veces aunque quiero
Es que sin ella mi alma esta perdida
lalai la lai la lalai la lai la lalai lalailalailalalailala
(Gracias a Jhon Felipe por esta letra)
Tradução da letra
Essa malvada é a culpada que estou morrendo pouco a pouco
Está a sangrar a minha pobre alma de ver a minha mãe com aquele outro tipo
Por um papel que fez com ele é que a minha mãe não me dá beijinhos
Não me conheço e eu não sei quem sou com esta angústia não poderei viver
Com a agonia que está dentro de mim Estou tão louco que não sei de mim é que seu amor está pregado no meu peito e cada dia sangra mais minha ferida que nem eu mesmo muitas vezes embora eu queira
Sem ela a minha alma está perdida
Não me incomodem deixem me beber para ver se um dia de um jumbo Morro
Que ninguém chore e em ves de flores levem me contundente para o cemitério
Não quero chorar sobre o meu túmulo, Cerveja e sem corte é o que quero porque quem morre pelo que quer deve a morte sabê-lo a céu
Não me conheço e eu não sei quem sou com esta angústia não poderei viver
com a agonia que está dentro de mim Estou tão louco que não sei de mim é que seu amor está pregado no meu peito e cada dia sangra mais minha ferida que nem eu mesmo muitas vezes embora eu queira
Sem ela a minha alma está perdida
Moreno! aqui não se pode gritar, mas ai ai ayy
Não quero chorar sobre o meu túmulo, Cerveja e sem corte é o que quero porque quem morre pelo que quer deve a morte sabê-lo a céu
Não me conheço e eu não sei quem sou com esta angústia não poderei viver
com a agonia que está dentro de mim Estou tão louco que não sei de mim é que seu amor está pregado no meu peito e cada dia sangra mais minha ferida que nem eu mesmo muitas vezes embora eu queira
Sem ela a minha alma está perdida
lalai la lai la lalai la lai la lalai lalailalailalailala
(Graças a Jhon Felipe por esta letra)