Telephone — Le Garçon D'ascenseur letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Le Garçon D'ascenseur" de Telephone.
Letra
Sur le quai
Je traîne mes valises
Des valises, j’en ai plein les mains
Des valises sous les yeux
Mais j’m’en fous
J’ai pas choisi, j’sais pas choisir
Alors peu importe
Ce que j’emporte, ce que je laisse
C’est un peu de moi, c’est toujours moi
Dans cette vie d’barge
Qui m’emmène au large
A fond la caisse
Je prends l’Express
Dans cette vie d’barge
Qui m’emmène au large
A fond la caisse
Ce train roule sans cesse
Et j’ai pensé à tous ces trucs, qui m’emmerdent
Les visages de ceux qui ont peur
Ce qui ont peur me font peur
Si par ici il n’y a plus rien
Je prendrai le premier train
Car au bout des tunnels, il y a toujours du ciel
Et la vie qui m’appelle
Dans cette vie d’barge
Qui m’emmène au large
A fond la caisse
Je prends l’Express
Quoi qu’il arrive
Dans cette vie d’barge
A fond la caisse
Ce train roule sans cesse
Combien de trains faudra-t-il encore prendre?
Combien de trains d’où il faudra descendre?
Combien de trains faudra-t-il encore prendre?
Combien de trains, combien de trains, pour ne pas redescendre?
Ce qui est raté; c’est du passé
Je ne veux plus y penser
Ce qui est pris n’est plus à prendre
Et je me tue à le comprendre
Tant de regards à croiser
Tant de gares à traverser
Il y a tant de gens qui peuvent m’apporter
Me faire voyager
Et je veux les voir, pourquoi pas ce soir
Je veux les voir, ne soit pas en retard
Car je n’veux pas descendre, je n’pourrais t’attendre, non, non, non
Je n’veux plus redescendre, je n’me laisserai plus prendre, non, non, non
Je n’veux plus redescendre, je n’me laisserai plus prendre, non, non, non----
Tradução da letra
Na doca
Estou a arrastar as minhas malas.
Malas, tenho as mãos ocupadas.
Malas debaixo dos olhos
Mas não quero saber.
Eu não escolhi, Eu não sei como escolher
Então não importa.
O que levo, o que deixo
É um pouco de mim, é sempre eu
Nesta vida de barcaça
Isso tira-me da cabeça.
Fundo da caixa
Eu fico com o Expresso.
Nesta vida de barcaça
Isso tira-me da cabeça.
Fundo da caixa
Este comboio está sempre a andar.
E pensei em tudo isto, incomoda-me.
Os rostos dos tementes
O que tem medo faz-me ter medo
Se não houver mais nada aqui
Vou apanhar o primeiro comboio.
Porque no fim dos túneis, há sempre céu.
E a vida que me chama
Nesta vida de barcaça
Isso tira-me da cabeça.
Fundo da caixa
Eu fico com o Expresso.
Aconteça o que acontecer
Nesta vida de barcaça
Fundo da caixa
Este comboio está sempre a andar.
Quantos mais comboios serão precisos?
Quantos comboios são precisos para sair?
Quantos mais comboios serão precisos?
Quantos comboios, quantos comboios, para não voltar a descer?
O que falhou, é do passado.
Não quero pensar mais nisso.
O que é tomado não é mais para ser tomado
E eu mato-me para entender isso.
Tantos olhares para atravessar
Tantas estações para atravessar
Há tantas pessoas que me podem trazer
Fazendo-me viajar
E quero vê - los, porque não esta noite?
Quero vê - los, não te atrases.
Porque não quero descer, não podia esperar por ti.
Não quero voltar para baixo, não me vou deixar ser apanhado, Não, Não, Não
Não quero voltar para baixo, não me vou deixar ser apanhado, Não, Não, Não----