Tarja Turunen — Darkness letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Darkness" de Tarja Turunen.
Letra
I’m scared of swimming in the sea
Dark shapes moving under me
Every fear I swallow makes me small
Inconsequential things occur
Alarms are triggered
Memories stir
It’s not the way it has to be
I’m afraid of what I do not know
I hate being undermined
I’m afraid I can be devil man
And I’m scared to be divine
Don’t mess with me my fuse is short
Beneath this skin these fragments caught
When I allow it to be
There’s no control over me
I have my fears
But they do not have me
Walking through the undergrowth, to the house in the woods
The deeper I go, the darker it gets
I peer through the window
Knock at the door
And the monster I was
So afraid of
Lies curled up on the floor
Is curled up on the floor just like a baby boy
I cry until I laugh
I’m afraid of being mothered
With my balls shut in the pen
I’m afraid of loving women
And I’m scared of loving men
Flashbacks coming in every night
Don’t tell me everything’s alright
When I allow it to be
It has no control over me
I own my fear
So it doesn’t own me
Walking through the undergrowth, to the house in the woods
The deeper I go, the darker it gets
I peer through the window
Knock at the door
And the monster I was
So afraid of
Lies curled up on the floor
Is curled up on the floor just like a baby boy
I cry until I laugh
Tradução da letra
Tenho medo de nadar no mar
Formas escuras que se movem sob mim
Cada medo que engulo faz-me pequeno
Coisas inconsequentes ocorrem
Os alarmes são despoletados
As memórias mexem
Não é assim que tem de ser.
Tenho medo do que não sei
Odeio ser prejudicado.
Tenho medo de ser o homem do diabo
E tenho medo de ser divino
Não te metas comigo. o meu fusível está curto.
Sob esta pele estes fragmentos pegaram
Quando eu permitir que seja
Não há controlo sobre mim
Tenho os meus medos.
Mas eles não me têm
Caminhando através da vegetação, para a casa na floresta
Quanto mais fundo vou, mais escuro fica.
Eu olho pela janela
Bate à porta
E o monstro que eu era
Com tanto medo
Mentiras enroladas no chão
Está enrolado no chão como um menino
Choro até rir
Tenho medo de ser mãe.
Com os meus tomates fechados na caneta
Tenho medo de amar mulheres
E tenho medo de amar homens
Flashbacks a chegar todas as noites
Não me digas que está tudo bem.
Quando eu permitir que seja
Não tem controlo sobre mim.
Tenho o meu medo
Para não ser meu dono.
Caminhando através da vegetação, para a casa na floresta
Quanto mais fundo vou, mais escuro fica.
Eu olho pela janela
Bate à porta
E o monstro que eu era
Com tanto medo
Mentiras enroladas no chão
Está enrolado no chão como um menino
Choro até rir