Talco — La sedia vuota letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La sedia vuota" de Talco.

Letra

Signori accorrete
Ho una storia da raccontare
Io piango sogni indignati
Non abbiate timor di me
I cieli non fanno la storia
E di un giorno vero che voglio parlare
Guardate giu nelle strade
Qui troverete i perche
Scomparso in nudi sentieri
Cammina per giorni e sere
Tra lamenti nel vuoto
Nel tormento e la poverta
Lo sdegno e un’idea che si accende
Tra macerie di false barriere
Ernesto ha sguardo sicuro
E cresce con la verita
Qui nelle citta grida grida la gente
Ci han rapito con l’odio il sole della verita
Ma ditelo a chi ancora non sa
Qui c’e il pianto di un uomo morto per la liberta
E voi dall’alto che predicate
Annacquati da effimeri miti
Che svendete l’amore e la vita
Per le spoglie dell’idiozia
Il sogno piange i suoi figli
E non raccoglie ideali traditi
Cammina in mezzo alla gente lungo il sentiero dell’utopia
Ma il sole dov’e portatori di democrazia?
Vi hanno visto gettarlo nel fango li con la nostra utopia
Noi gridiamo a voi, traditori della verita
Sopra un volo gettato nel fango si rialza la nostra citta
Qui nelle citta grida grida la gente
Ci han rapito con l’odio il sole della verita
Ma ditelo a chi ancora non sa
Qui c’e il pianto di un uomo morto per la liberta
Thanks to Razvan

Tradução da letra

Cavalheiros, despachem-se.
Tenho uma história para contar.
Eu grito sonhos ultrajados
Não tenhas medo de mim.
Os céus não fazem História
E um dia real sobre o qual quero falar
Olha para as ruas
Aqui você vai encontrar os poleiros
Desapareceu em caminhos nus
Caminhar dias e noites
Entre gemer no vácuo
Em tormento e pobreza
A indignação e uma ideia que incendeia
Entre escombros de barreiras falsas
Ernesto tem um olhar confiante
E cresce com a verdade
Aqui nas cidades as pessoas gritam
Raptaram-nos com ódio O Sol da verdade
Mas diz isso àqueles que ainda não sabem
Aqui está o grito de um homem que morreu pela liberdade
E tu, de cima, que pregas
Regada por mitos efémeros
Que vendes amor e vida
Pelos despojos da idiotice
O sonho chora os seus filhos
E não recolhe ideais traídos
Caminhar entre as pessoas no caminho da utopia
Mas onde está o sol carregando a democracia?
Viram-te a atirá-lo à lama com a nossa utopia.
Gritamos-vos, traidores da verdade.
A nossa cidade ergue-se acima de um voo atirado para a lama
Aqui nas cidades as pessoas gritam
Raptaram-nos com ódio O Sol da verdade
Mas diz isso àqueles que ainda não sabem
Aqui está o grito de um homem que morreu pela liberdade
Graças a Razvan