Syphilic — Back Acne Buffet letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Back Acne Buffet" de Syphilic.

Letra

Your greasy back
Makes my mouth water with delight
You’re mine
Trading shots she’s down
Not to be conscious
Naked face down in puke I begin to claw
Fingernails cause unconscious agony
Feed my zit greed
Gather her oatmeal looking puke
add her puss, blood, and skin in a bowl
Blend until it turns to a wet paste
Force your hand in her ass and extract stool
Dirty mangled bitch wakes up in shock
Break this fifth of five aclock on her head
Face now being grinded in glass
Help her sit up and await what is next
Ask her if she’s ok — Wind up
Punch that bitch in her carved up face
Grab her hair and tear it out with scalp
Add it to the bowl with shit
Grab a spoon and start to dig in
Violently force fed
her bodies liquids
until she blacks out
Spoon is forced through her throat
Why did I lose my temper
and kill so quickly
I stand up over this dead body that’s laying sexy
Body bloodied and excrements on her make her body look filthy
Pants come down and visions I brough to life excite me
Use some of the broken glass to shove it in her pussy
I start eating from the bowl of her bad complexion
Spoonfuls at a time go down and make me more frantic
Force it down my own throat until there is no more left
Hair catches the roof of my mouth and brings it up all over myself
Beating off with my vomit and positioned for the fucking
Anticipating the glass in her pussy just makes me more ready
Reverse pull-out on the dead I’ve made, I have to now unleash
In her pussy making my dick mangled and bloody

Tradução da letra

As tuas costas gordurosas
Faz a minha boca regar com prazer
És minha
Ela está em baixo.
Não estar consciente
Cara nua em vómito começo a arranhar
Unhas causam agonia inconsciente.
Alimentar a minha ganância zit
Junta-lhe papas de aveia e vomita.
junta-lhe pus, sangue e pele numa tigela.
Misturar até se transformar numa pasta molhada
Força a tua mão no rabo dela e extrai as fezes.
A cabra suja e mutilada acorda em choque.
Parte este quinto de cinco aclock na cabeça dela.
Face agora a ser moída em vidro
Ajuda-a a sentar-se e esperar o que vem a seguir.
Pergunta-lhe Se ela está bem.
Dá um murro naquela cabra na cara esculpida.
Agarra-lhe o cabelo e arranca-o com o couro cabeludo.
Junta-o à taça com merda.
Pega numa colher e começa a cavar
Força violenta alimentada
os seus corpos líquidos
até desmaiar.
A colher é forçada pela garganta
Porque perdi a calma?
e matar tão rapidamente
Levanto-me por cima de um cadáver que está a fazer sexo.
Corpo ensanguentado e excrementos fazem o corpo dela parecer imundo
As calças descem e as visões que trago à vida excitam-me
Usa o vidro partido para enfiá-lo na rata dela.
Começo a comer da tigela da sua má pele.
Colheres de cada vez caem e deixam-me mais frenético
Forçá-lo pela minha própria garganta até que não reste mais
O cabelo capta o céu da minha boca e traz-mo para cima de mim
A bater com o meu vomitado e posicionado para a porra
Antecipar o vidro na rata dela deixa-me mais preparado.
Retirada reversa dos mortos que fiz, agora tenho de libertar
Na rata dela a fazer-me a pila mutilada e ensanguentada