Suite Soprano — Escribas de Culto letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Escribas de Culto" de Suite Soprano.
Letra
Tropezar tres veces con la misma piedra…
Ser luz entre tus sombras
Los cazafantasmas sin mochila
Mis rimas las pisadas de Godzilla
Escribo como si esto se acabase
Normal, las líneas de este disco son el acabose
Visionarios, como Meliés y Verne
Una parte de tabaco, tres de verde
Echa ginebra que quiero perderme
Entre tus piernas, ¿quieres ser mi femme fatale?
Perdí la fe, no los ideales
Perdí a mi ex, vinieron mejores
Quieren de mi, cómo tabaco en la cárcel
Si paso cerca, se que haces por buscarme
¿Esos jueces quien se creen, Borsellino?
Suite Soprano, la matanza del gorrino
Ese cabrón me preguntó: ¿tu porque escribes?
Le dije que el que no inventa no vive
Disputas de este pibe ganarse el destino
Arrastrando a los colegas que perdí por el camino
El virus de mi rap me escuchas y eres portador
Contaminaos', como el escalope de Contador
¿Me ofrecen ritmos guapos? Soy agradecido
Describo mi ego, te lo devuelvo engrandecido
Rap de culto, mistérico en tu pubis
La fuente de donde bebieron Isis, Serapis y Anubis
Bendiciendo al señor de la necrópolis
Mierda más alta que la que en su día conociste
El lado más feo del génesis
Tú ves cabezas, donde yo solo veo «clicks»
Eh yo reposo en la aspereza de una cicatriz
Fechas y recuerdos, los llevo sujetos con clips
Tradução da letra
Tropeçar três vezes com a mesma pedra…
Ser luz entre as tuas sombras
Os caça-fantasmas, sem mochila
As minhas rim as pegadas do Godzilla
Escrevo como se isto acabasse
Normal, as linhas deste disco são o acabose
Visionários, como Meliés e Verne
Uma parte de tabaco, Três de verde
Jogue gin que eu quero perder
Entre as tuas pernas, queres ser a minha femme fatale?
Perdi a fé, não os ideais
Perdi o meu ex, vieram melhores
Querem de mim, como tabaco na prisão
Se passo por perto, sei o que fazes para me procurar
Aqueles juízes que pensam que são, Borsellino?
Suite Soprano, a matança do gorrino
Aquele cabrão perguntou-me: "porque escreves?"
Eu disse lhe que quem não inventa não vive
Disputas deste pibe ganhar o destino
Arrastando os colegas que perdi pelo caminho
O vírus do meu rap ouves me e és portador
Contaminai - vos', como o escalope de Contador
Oferecem-Me ritmos bonitos? Sou grato
Descrevo o meu ego, devolvo-to engrandecido
Rap de culto, mistérico em seu pubis
A fonte de onde beberam Isis, Serapis e Anubis
Abençoando o Senhor da necrópole
Merda mais alta que a que conheceste no dia dela
O lado mais feio do gênesis
Você vê cabeças, onde eu só vejo " cliques»
Eu descanso na rugosidade de uma cicatriz
Datas e lembranças, eu os levo presos com clipes