Sugarland — Hello letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Hello" de Sugarland.
Letra
I was born in the heart of a hurricane season
In the house where my mamma was raised
That old September wind feels just like a long lost friend
And I…
I want to run through those cottonwood trees
Fall asleep in a big bed of fresh fallen leaves
And in every wind that blows there’s a song of letting go It’s not goodbye, it’s hello
When we met underneath the blue skies of summer
And those summer skies turn into fall
That sweet September wind made us so much more than friends
On Night…
And we ran through those cottonwood trees
We made love in a big bed of fresh fallen leaves
And in every wind that blows there’s an innocence that knows
It’s not goodbye, it’s hello
In the moment that one thing ends
Is the same time that one begins
And return as we must
We are ashes to dust, amen.
When the days of my youth have all faded
And the memories are all that remain
Let that old September wind take me back to where I’ve been
So I…
I can run through those cottonwood trees
And remember the smell of those fresh fallen leaves
Now in every wind that blows there’s a part of me that knows
It’s not goodbye, it’s hello
Tradução da letra
Nasci no coração de uma época de furacões.
Na casa onde a minha mãe foi criada
Aquele vento de setembro parece um amigo há muito perdido.
E Eu…
Quero correr por aquelas árvores de algodão
Adormece numa grande cama de folhas recém-caídas
E em cada vento que sopra há uma canção de deixar ir não é aDeus, é Olá
Quando nos conhecemos debaixo dos céus azuis do verão
E os céus de verão tornam-se em queda
Aquele doce vento de setembro fez-nos muito mais do que amigos
Na Noite…
And we ran through those cottonwood trees
Fizemos amor numa grande cama de folhas recém-caídas.
E em cada vento que sopra há uma inocência que sabe
Não é aDeus, é Olá.
No momento em que uma coisa acaba
É o mesmo tempo que começa
E regressar como devemos
Somos cinzas ao pó, Ámen.
Quando os dias da minha juventude se desvaneceram
E as memórias são tudo o que resta
Deixa o vento de setembro levar-me de volta para onde estive
Então Eu ... …
Posso correr por aquelas árvores de algodão
E lembra-te do cheiro daquelas folhas caídas frescas.
Agora em cada vento que sopra há uma parte de mim que sabe
Não é aDeus, é Olá.