Suffokate — Distant Words letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Distant Words" de Suffokate.
Letra
Loss on these city streets distant faces distant memories
A city built upon the dead
There are times when those eyes inside your brain stare back at you
Dying should come easy just like a frieght train when your back is turned
I have listened to the sound of water
Running in tubs and longed to drown
Bring me the end that is long overdue
The trouble with a mask is it never changes
Who wants to live forever
I always dream of my death
I concentrate on the bad things
Until there’s nobody left
I was born to hustle roses down the avanues of the dead
I suppose like other I have come through fire and sword
Life gone wrong
I have listened to the sound of water running in tubs and longed to drown
Lost at sea head on crashes
We are like a rose that never blooms
It was a lack of hope that discouraged this man
There are times when those eys inside your brain stare back at you
Dying should come easy just like a fright train when your back is turned
Who wants to live forever
I always dream of my death
I concentrate on the bad things
Until there’s nobody left
Dreams won’t come true
I’m stuck living through these petty days
I can’t see straight I can’t go on
I concentrate on the bad things
Until there’s nobody left
I’m always living the hate life day by day
I can’t see straight I can’t go on
I concentrate on the bad things
I dream of death until there’s nobody left
I can’t go on.
Tradução da letra
Perda nestas ruas da cidade rostos distantes memórias distantes
Uma cidade construída sobre os mortos
Há alturas em que esses olhos dentro do teu cérebro olham para ti
Morrer deve ser fácil, tal como um comboio de medo quando as costas estão viradas.
Ouvi o som da água
Correndo em banheiras e ansiando por se afogar
Traz-me o fim que há muito devia ter chegado.
O problema com uma máscara é que nunca muda
Que quer viver para sempre
Sonho sempre com a minha morte
Concentro-me nas coisas más.
Até que não reste ninguém
Nasci para empurrar rosas pelos avanues dos mortos
Suponho que, como os outros, vim através do fogo e da espada.
A vida correu mal
Ouvi o som da água a correr em banheiras e desejei afogar-me
Perdido no mar em acidentes
Somos como uma rosa que nunca floresce
Foi uma falta de esperança que desencorajou este homem.
Há alturas em que os eys dentro do teu cérebro olham para ti
Morrer deve ser fácil, tal como um comboio de medo quando as costas estão viradas.
Que quer viver para sempre
Sonho sempre com a minha morte
Concentro-me nas coisas más.
Até que não reste ninguém
Os sonhos não se realizarão
Estou preso a viver estes dias insignificantes.
Não consigo ver direito não consigo continuar
Concentro-me nas coisas más.
Até que não reste ninguém
Estou sempre a viver o ódio dia a dia
Não consigo ver direito não consigo continuar
Concentro-me nas coisas más.
Sonho com a morte até não restar ninguém.
Não posso continuar.