Subsonica — Piombo letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Piombo" de Subsonica.
Letra
Chiazze di sangue, giornate di sole
Le dita sull’asfalto, l’arma gi scarica.
Giovane vita in un gesso sottile
Tutto finisce, in terra resta una sagoma.
Fanti e pedine, scacchiere di morte
La merce nel sistema l’unica regola
Rischiare tutto e non essere niente
Nel male scuro che travolge ogni piet.
L’aria pi pesante che mai quando un fantasma ci ruba l’ossigeno
Quando il futuro solo piombo su queste citt
Sotto una cupola che sembra la normalit.
L’aria pi pesante che mai e brucia tanto che manca l’ossigeno
Troppi silenzi in quel cemento che gi sanguina
Troppe speranze nel mirino che ora luccica.
Se un sogno non raggiunge neanche il mattino
Se le illusioni sono scorie di umanit
Come fare a coniugare un verbo al futuro
Quando il futuro solo appalto di tenebra.
Dentro una terra di sole e veleni
C' un paradiso infestato dai demoni
Spettri temuti con nomi e cognomi
Che tremano solo di fronte alla verit
Quella del coraggio di chi sfida l’oscurit,
Quella di chi scrive denunciando la sua realt,
Le anime striscianti che proteggono l’incubo
Sotto la scorta di un domani che scotter.
L’aria pi pesante che mai quando un fantasma ci ruba l’ossigeno
Quando il futuro solo piombo su queste citt
Sotto una cupola che sembra la normalit.
L’aria pi pesante che mai e brucia tanto che manca l’ossigeno
Troppi silenzi in quel cemento che gi sanguina
Troppe speranze nel mirino che ora luccica.
Tradução da letra
Manchas de sangue, dias ensolarados
Dedos no asfalto, a arma já está descarregada.
Cintura jovem em giz fino
Tudo acaba, no chão continua a ser uma silhueta.
Criados de libré e peões, tabuleiro de Xadrez da morte
As mercadorias no sistema a única regra
Arriscar tudo e não ser nada
No mal escuro que domina todos os piet.
O ar mais pesado do que nunca quando um fantasma rouba o nosso oxigénio
Quando o futuro apenas liderar estas cidades
Debaixo de uma cúpula que parece normal.
O ar é mais pesado do que nunca e queima tanto que lhe falta oxigénio.
Muitos silêncios naquele cimento que já sangra
Demasiada esperança no visor que agora brilha.
Se um sonho nem chega de manhã
Se as ilusões são um desperdício de humanidade
Como conjugar um verbo ao futuro
Quando o futuro só contrai da escuridão.
Dentro de uma terra de sol e venenos
Há um paraíso assombrado por demónios
Temidos fantasmas com nomes e sobrenomes
Que tremem apenas diante da verdade
A coragem daqueles que desafiam a escuridão,
A do escritor denunciando a sua realidade,
As almas rastejantes que protegem o pesadelo
Sob a escolta de um amanhã que scotter.
O ar mais pesado do que nunca quando um fantasma rouba o nosso oxigénio
Quando o futuro apenas liderar estas cidades
Debaixo de uma cúpula que parece normal.
O ar é mais pesado do que nunca e queima tanto que lhe falta oxigénio.
Muitos silêncios naquele cimento que já sangra
Demasiada esperança no visor que agora brilha.