Stratovarius — Man In The Mirror letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Man In The Mirror" de Stratovarius.
Letra
Cry for the man in the mirror
See his empty eyes, where nothing lies beyond
You rape all the world for nothing
You made fire and curse the flame
You suck dry the fount of wonder
You turn sorrow into hate
A lone wolf, a walking carcass
A sore sight for putrid eyes
What doesn’t kill you makes you fouler
A dying whore by heaven’s gate
We took the bait
The big millstone slowly turning
You make mud from hidden gold
You weigh down and crush my spirit
For every step of the road
Your dead lips embrace deception
My head filled with wasted words
You kill what you can’t devour
You wanna drown me in a lake of shit filth
Cry for the man in the mirror
See his empty eyes, where nothing lies beyond
We lost the race, and then you spat right in our face
A mouth open, flies ascending
A paradise of empty souls
The black skies an empty ocean
It took the wink of an eye
From our pleasant tree of knowledge
A long shadow touches death
Lose sight of a broken promise
And in a moment nothingness descends
Cry for the man in the mirror
See his empty eyes, where nothing lies beyond
Tradução da letra
Chora pelo homem no espelho
Veja seus olhos vazios, onde nada está além
Violas o mundo inteiro para nada.
Fizeste fogo e amaldiçoaste a chama
Tu sugas seca a fonte da maravilha
Transformas a tristeza em ódio
Um lobo solitário, uma carcaça ambulante
Uma visão dorida para olhos pútridos
O que não te mata faz-te mais sujo
Uma prostituta moribunda junto ao portão do céu
Mordemos o isco.
A grande pedra de moinho lentamente a girar
Você faz lama de ouro escondido
Tu pesas e esmagas o meu Espírito
Para cada passo da estrada
Os teus lábios mortos abraçam a decepção
A minha cabeça cheia de palavras desperdiçadas
Matas o que não podes devorar
Queres afogar-me num lago de merda imunda
Chora pelo homem no espelho
Veja seus olhos vazios, onde nada está além
Perdemos a corrida e depois cuspiste-nos na cara.
Uma boca aberta, moscas a subir
Um paraíso de almas vazias
O céu negro um oceano vazio
Foi preciso piscar o olho
Da nossa agradável árvore do conhecimento
Uma longa sombra toca a morte
Perder de vista uma promessa quebrada
E num momento o nada desce
Chora pelo homem no espelho
Veja seus olhos vazios, onde nada está além