Steve Mednick — Dance of Innocents letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Dance of Innocents" de Steve Mednick.
Letra
I watch the dance of innocents
It’s taken up space in my brain
Those red haired girls are full of woe
Tears falling from their eyes like rain
I’m full of rage… my heart feels pain…
For the exiles from a foreign land
Will they ever smile, again?
I hear the songs of sorrow
Right down to the pit of my soul
Emerald boys can’t lift their heads
Misery forced their hearts to roam
I’m full of rage… my heart feels pain…
For the banished from a foreign land
Will they ever smile, again?
No more milk and honey… oh-oh-oh…no more land to graze
No valleys so dear to my heart … I’m naked, i can barely breath
The tyrant’s heel is on my neck… I'm gazing at his blood stained hand
Damn the cur—sed strangers… they've come and took my land
The land of promise is in my sights… we can only wait and see
The land of promise is in my sights… we can only wait and see
I feel the plague of loneliness
I’m unseen in a crowded room
I serve to please the Brahmin’s needs
In a house just shelter not home
I’m full of rage… my heart feels pain…
For the homeless from a foreign land
Will they ever smile, again?
Tradução da letra
Eu vejo a dança dos inocentes
Ocupa espaço no meu cérebro.
Aquelas raparigas Ruivas estão cheias de aflição.
Lágrimas caindo de seus olhos como chuva
Estou cheio de raiva ... o meu coração sente dor…
Para os exilados de uma terra estrangeira
Voltarão a sorrir?
Ouço as canções de tristeza
Até ao poço da minha alma
Os rapazes Esmeraldas não conseguem levantar a cabeça.
A miséria forçou os seus corações a vaguear
Estou cheio de raiva ... o meu coração sente dor…
Para os banidos de uma terra estrangeira
Voltarão a sorrir?
Chega de leite e mel... oh-oh-oh...no mais terra para pastar
Sem vales tão queridos para o meu coração ... estou nu, mal consigo respirar
O calcanhar do tirano está no meu pescoço ... estou a olhar para a sua mão manchada de sangue
Malditos estranhos ... eles vieram e levaram a minha terra.
A terra da promessa está na minha mira ... só podemos esperar e ver
A terra da promessa está na minha mira ... só podemos esperar e ver
Sinto a praga da solidão
Sou invisível numa sala cheia de gente.
Sirvo para satisfazer as necessidades dos brâmanes.
Numa casa apenas abrigo não casa
Estou cheio de raiva ... o meu coração sente dor…
Para os sem-abrigo de uma terra estrangeira
Voltarão a sorrir?