State Line Road — Cathedrals letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Cathedrals" de State Line Road.
Letra
Gold green Sunday walk
Home for 5 o’clock
Writing a poem but the words don’t rhyme
For my letter on New Year’s Day
Starring in your Milky Way
Having to share you seemed like a crime
Turning good, bad recollections into orphans so soon
Turning good, bad recollections into orphans so soon
Captain of the paddle boat
The smell of your winter coat
Piggy back ride till the cows come home
Cut the roast, try the wine
A famous quote, a funny line
Eternally me with a book on your knee
Turning good, bad recollections into orphans so soon
Down a dead end memory lane so
Just before we go
Fading out real slow
When you hear my name, for a while, can you smile, one more time
That wiry frame I knew so well
Now nothing but an empty shell
Eternally reminding that nothing ever lasts
Except then for them memories
Gathered as by honeybees
Trickling down the essence of meadows long gone by
An aftertaste that’s here to stay
It made me what I am today
I build my own cathedrals now from memory of course
Just before we go
Fading out real slow
When you hear my name, for a while, can you smile, one more time
For a while, can you smile, one more time
Tradução da letra
Passeio de domingo verde dourado
Para casa às 5 horas.
Escrever um poema mas as palavras não rimam
Para a minha carta no dia de Ano Novo
Estrelando em sua Via Láctea
Ter de te partilhar pareceu-me um crime.
Transformar boas recordações em órfãos tão cedo
Transformar boas recordações em órfãos tão cedo
Capitão do Remo
O cheiro do teu casaco de Inverno
Cavalga até as vacas voltarem para casa
Corta o assado, prova o vinho.
Uma citação famosa, uma frase engraçada
Eternamente eu com um livro no teu joelho
Transformar boas recordações em órfãos tão cedo
Num beco sem saída para a memória.
Mesmo antes de irmos
A desvanecer-se lentamente
Quando ouvires o meu nome, podes sorrir mais uma vez?
Aquela moldura fina que eu conhecia tão bem
Agora nada além de uma concha vazia
Eternamente lembrando que nada dura
Excepto as memórias deles.
Colhidos por abelhas
A rastejar pela essência dos prados há muito que se foram
Um sabor que está aqui para ficar
Fez de mim o que sou hoje
Agora construo as minhas catedrais de memória, claro.
Mesmo antes de irmos
A desvanecer-se lentamente
Quando ouvires o meu nome, podes sorrir mais uma vez?
Por um tempo, podes sorrir mais uma vez?