Spasm — Filthy Creatures letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Filthy Creatures" de Spasm.

Letra

You crawl in, under the skin.
You’re taking and you’re never giving.
Break through and bleed the world dry,
You’re raping everything worth fighting for.
The parasite you have become,
Sickens me through the smell of your skin.
Break through and tear the walls down,
Pick it apart, and kill it from within.
All I see come true,
Is everything I never wanted to.
Its the disease you spread,
Born of lies inside your head.
Your gods are filthy creatures,
Worthy to abhor.
And you, their failed abortions,
Could be nothing more.
So here are the heretics,
Here for you to consume.
The flowers for our grave sites
Are beginning to bloom.
The decay of compassion hastens demise.
Drowning all in the bile that seeps from your lies.
Still you breed contempt to siphon more than your share.
The contempt that’s in your heart is beyond compare.
No matter what you do, the parasite becomes you.
For every time you lie, I’d love to bleed you.
When you’re killed by the cancer you grow, I’ll laugh and say I told you so.
For every time you lie, I’d love to bleed you.
No matter what you do, the parasite becomes you.
For every time you lie, I’d love to bleed you fucking dry.
All I see come true,
Is everything I never wanted to.
You’re the parasite I feed.
You are every time I bleed.

Tradução da letra

Rastejas para dentro, Debaixo da pele.
Estás a tirar e nunca estás a dar.
Atravessa e deixa o mundo seco,
Estás a violar tudo pelo qual vale a pena lutar.
O parasita em que te tornaste,
Enoja-me pelo cheiro da tua pele.
Arrombem e derrubem as paredes,
Separem-no e matem-no por dentro.
Tudo o que vejo tornar-se realidade,
É tudo o que nunca quis.
É a doença que se espalha.,
Nascido de mentiras dentro da tua cabeça.
Os teus deuses são criaturas nojentas.,
Digno de abominar.
E tu, os seus abortos falhados.,
Pode não ser mais nada.
Aqui estão os hereges.,
Aqui para consumires.
As flores para as nossas sepulturas
Estão a começar a florescer.
A decadência da compaixão apressa a morte.
Afogando-se na bílis que sai das tuas mentiras.
Ainda assim, desprezas o sifão mais do que a tua parte.
O desprezo que tens no coração é incomparável.
Faças o que fizeres, o parasita torna-se em ti.
Sempre que mentes, adorava sangrar-te.
Quando fores morto pelo cancro que cresceres, vou rir-me e dizer que te avisei.
Sempre que mentes, adorava sangrar-te.
Faças o que fizeres, o parasita torna-se em ti.
Por cada vez que mentires, adorava sangrar-te até à morte.
Tudo o que vejo tornar-se realidade,
É tudo o que nunca quis.
És o parasita que alimento.
Estás sempre que Sangro.