Sol Pereyra — Bla, Bla, Bla letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Bla, Bla, Bla" de Sol Pereyra.

Letra

Me gusta conversar y em cualquer lugar
Me gusta verte hablar más que masticar
Yo solo quiero hablar con vos y nadie más
Y sino me escuchás, yo salgo a buscar
A otro que me entienda
Que al menos me comprenda
Que si me encuentra a oscuras
Como una luz me encienda
A otro que me diga que puede soportar
Sabiendo que a mi sólo me gusta hablar
Por que no me escuchás, por que no me mirás
No ves que te hablo a vos, no ves que tengo tos
No ves como me siento, no ves como te miento
No ves que yo presiento a donde estamos yendo
No ves que estou sensible que es algo indescriptible
Y que por más que intente, que algo de esto entiendas
No manejo las riendas de tu entendimiento
No hay conocimiento que alcance para eso
Yo veo el sufrimiento de un pájaro y de un perro
Vos ves que lloro sola y me querés en bolas
Yo veo lo que pasa sin salir de mi casa
Yo veo lo que ves pero puesto al revés
Escúchame cuando te digo
Cuando te cuento, cuando te miento
Cuando me siento, cuando te pienso
Cuando ya no me quede aliento
Y decime, que pensás, que sentis, sin maltrato, sin herir
No me digas dos palabras, que no entiendo que no bastan
Dame un poco más de letra, que tu lengua sea atleta
Yo te escucho y conversamos de todo lo que aparezca
De tu cosas, de las mías, de por que no funcionamos
Sobre como nos hartamos, sobre el pibe de la cuelta
Sobre el clima, la injusticia, que pensás de la codicia
Sos creyente o militante, no te pongas tan distante
Dame sola una palabra que con ese yo hago dulce
Para vos y para mi, para que seas feliz
Para que puedas ir viendo que hasta estamos sonriendo
Y así sin querer queriendo ya nos vamos entendiendo

Tradução da letra

Gosto de conversar e em qualquer lugar
Gosto de te ver falar mais do que mastigar
Só quero falar contigo e mais ninguém
E se não me ouvires, eu vou buscar
Outro que me entenda
Que pelo menos me compreenda
Se me encontrar às escuras
Como uma luz me acenda
Alguém que me diga que aguenta
Sabendo que eu só gosto de falar
Porque não me ouves, porque não olhas para mim
Não vês que falo contigo, não vês que tenho tosse
Não vês como me sinto, não vês como te minto
Não vês que sinto para onde estamos a ir
Não vês que estou sensível que é indescritível
E que por Mais que tente, que algo disto compreenda
Não trato das rédeas do teu entendimento
Não há conhecimento que alcance para isso
Eu vejo o sofrimento de um pássaro e de um cão
Você vê que choro sozinha e me ama em bolas
Eu vejo o que acontece sem sair de casa
Eu vejo o que vês mas ao contrário
Ouve me quando te digo
Quando te conto, quando te minto
Quando me sento, quando penso em ti
Quando eu não tiver mais fôlego
E dize-me, Que pensais, que sentis, sem maus-tratos, sem ferir
Não me digas duas palavras, que não entendo que não bastem
Dá-me um pouco mais de letra, que a tua língua seja atleta
Eu ouço você e conversamos sobre tudo o que aparece
Das tuas coisas, das minhas, De porque não funcionamos
Sobre como nos fartamos, sobre o pibe da pescada
Sobre o clima, a injustiça, que você pensa da ganância
Você é crente ou militante, não fique tão distante
Dá-me só uma palavra que com esse eu faço doce
Para ti e para mim, para que sejas feliz
Para que possas ver que até estamos a sorrir
E assim sem querer querendo já nos vamos entendendo